A redução do IRC, imposto sobre o rendimento das empresas, surge como uma medida prioritária na política fiscal em Portugal. A lógica é simples: quanto mais baixa for a taxa deste imposto, mais se estimula o desenvolvimento e a criação de riqueza, beneficiando assim toda a sociedade. O IRC tem uma natureza autodestrutiva, pois penaliza precisamente aqueles que contribuem para o bem-estar social. À medida que as empresas prosperam, o imposto a pagar aumenta, o que pode desincentivar o investimento.
O desenvolvimento económico e a criação de riqueza são fundamentais para garantir o acesso a serviços essenciais como saúde, educação e segurança. Os empresários desempenham um papel crucial nesse processo, sendo eles os responsáveis pela geração de riqueza, e não aqueles que defendem um aumento da carga fiscal em nome de um igualitarismo que, muitas vezes, se revela ilusório.
A redução do IRC não só promove o crescimento económico, como também dinamiza o investimento, com efeitos positivos a longo prazo. Isso é especialmente relevante para alargar o financiamento de iniciativas que apoiam os mais necessitados. Assim, toda a população portuguesa é, na verdade, a grande beneficiária da descida deste imposto.
É justo que os empresários, que assumem riscos e criam riqueza, paguem menos impostos. Eles são os motores do desenvolvimento e, por isso, merecem um reconhecimento que se traduza em condições fiscais mais favoráveis. A rápida redução do IRC é um prémio que deve ser concedido a quem investe e arrisca, pois muitas vezes, o retorno do investimento não é garantido.
Além disso, é importante que o resultado do desenvolvimento impulsionado pelos empreendedores se reflita na vida daqueles que necessitam de apoio. A promoção da iniciativa e a criação de riqueza são as verdadeiras soluções para ajudar os que estão em dificuldades, e não o aumento da carga fiscal.
Infelizmente, em Portugal, persiste uma lógica que desincentiva a criação de riqueza através da imposição de mais impostos. Esta abordagem tem contribuído para a estagnação económica do país. Os defensores do aumento fiscal frequentemente confundem o igualitarismo com justiça social, alegando que o IRC é responsável pelo financiamento de serviços públicos. Esta narrativa distorcida limita o desenvolvimento e impede o apoio a quem dele precisa.
A atenção dada à crítica ao esforço dos empresários e à promoção de um estigma negativo em relação ao capitalismo é prejudicial para o progresso da sociedade. O imposto que penaliza a criação de riqueza resulta de motivações ideológicas que rejeitam o espírito empresarial e alimentam a inveja.
A defesa do aumento do IRC e do igualitarismo primário não só estagna o desenvolvimento, como também agrava a pobreza. É, portanto, urgente que se priorize a redução do IRC como uma medida essencial para o futuro económico de Portugal.
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Fonte: ECO





