Deficiência orçamental de 15% com programa do Chega

Durante uma conferência promovida pelo Jornal Económico e pela EY Portugal, Paulo Núncio, deputado do CDS e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, fez uma afirmação alarmante: se o programa do Chega fosse implementado, o país enfrentaria uma deficiência orçamental de 15%. Esta declaração foi feita no contexto de um painel de discussão sobre o Orçamento do Estado para 2026, que decorreu em Lisboa.

Núncio destacou a gravidade da situação ao afirmar que o cumprimento das propostas do Chega resultaria em um défice insustentável. No mesmo painel, Eduardo Teixeira, do Chega, definiu o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e certos subsídios como “linhas vermelhas” para o orçamento, embora não tenha especificado quais subsídios estariam em questão. Teixeira afirmou que não é garantido que o Chega vote contra o OE2026, dependendo das negociações futuras com o Governo.

O deputado do Chega considera que o Orçamento do Estado para 2026 não é favorável aos portugueses, descrevendo-o como um orçamento “de mínimos” e “sem ambição económica”. Teixeira argumentou que a proposta foi apresentada estrategicamente, em um momento próximo das eleições autárquicas, o que levanta questões sobre a sua eficácia.

Além disso, Teixeira expressou preocupações sobre o aumento da carga fiscal, afirmando que o OE2026 não traz inovações significativas e que resulta em uma cobrança de impostos mais elevada. Ele defendeu a necessidade de encontrar soluções que permitam aos portugueses pagar menos impostos, sublinhando a importância de identificar onde o país gasta mais.

O deputado também reiterou a ideia de que é essencial acabar com a “subsidio-dependência” no país, embora não tenha especificado quais subsídios o Chega pretende reformar. Teixeira concluiu que é urgente eliminar desperdícios que somam centenas de milhões de euros, enfatizando a necessidade de uma gestão financeira mais eficiente.

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Fonte: Sapo

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