No mais recente episódio do programa Falar Direito Especial, Cláudia Guerreiro abordou a relevância da agenda ESG na estratégia da Aquapor e o impacto da digitalização e da inteligência artificial na gestão da água. A conversa destacou a importância de integrar a vertente social da sustentabilidade, um aspeto crucial para um setor que é vital para o futuro do país.
A gestão da água é um tema que ganha cada vez mais destaque, especialmente num contexto de alterações climáticas e escassez de recursos hídricos. A Aquapor, uma associação que representa as empresas do setor da água, tem vindo a implementar práticas sustentáveis que visam não só a eficiência na utilização deste recurso, mas também a promoção de uma maior consciência social sobre a sua preservação.
Durante o episódio, Cláudia Guerreiro sublinhou como a digitalização está a transformar a gestão da água. Através de tecnologias avançadas, é possível monitorizar o consumo e detectar perdas de forma mais eficaz, contribuindo para uma utilização mais responsável e sustentável. A inteligência artificial também desempenha um papel fundamental, permitindo análises preditivas que ajudam a otimizar a distribuição e o tratamento da água.
Além disso, a vertente social da sustentabilidade não pode ser negligenciada. A gestão da água deve contemplar o acesso equitativo a este recurso, garantindo que todas as comunidades possam beneficiar de um fornecimento adequado e seguro. Os desafios são muitos, mas a adoção de uma abordagem holística, que inclua a agenda ESG, pode levar a soluções inovadoras e sustentáveis.
A conversa revelou que a sustentabilidade no setor da água não se limita apenas à eficiência operacional, mas também envolve a responsabilidade social das empresas. A Aquapor tem trabalhado para promover uma cultura de sustentabilidade que vai além das suas associadas, envolvendo também a sociedade civil e as instituições.
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A gestão da água é, portanto, um tema que merece a atenção de todos, especialmente numa altura em que a sustentabilidade se torna uma prioridade global. As empresas do setor têm a responsabilidade de liderar pelo exemplo, adoptando práticas que não só garantam a eficiência, mas que também promovam o bem-estar das comunidades.
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Fonte: Sapo





