Trégua na guerra EUA-China: acordo histórico entre potências

Analistas de todo o mundo concordam que o recente encontro entre Xi Jinping e Donald Trump marca uma trégua na guerra entre as duas maiores economias globais. Embora as declarações de ambos os líderes tenham sido cautelosas, a maioria dos especialistas acredita que este momento representa uma pausa significativa, e não um cessar-fogo definitivo.

Nas semanas que antecederam este encontro, tanto Xi Jinping como Donald Trump fizeram esforços consideráveis para fortalecer as suas alianças. O presidente chinês tem estado ativo em cimeiras e reuniões com diversos países, enquanto Trump realizou uma viagem de cinco dias por várias nações asiáticas, que, segundo analistas, foi um sucesso. Este movimento estratégico de ambos os líderes demonstra a corrida por apoio internacional, com ambos a tentarem exibir os seus trunfos antes do encontro.

Curiosamente, a União Europeia ficou de fora desta dinâmica, o que levanta questões sobre o seu papel no cenário político e económico atual. O acordo anunciado recentemente inclui a retoma das compras de soja pela China, a suspensão das restrições à exportação de terras raras por um ano e uma redução de 10% nas tarifas norte-americanas sobre produtos chineses. Este entendimento visa restaurar, em grande parte, a relação bilateral que existia antes do início da guerra comercial, marcada por uma série de retaliações mútuas.

A trégua EUA-China é um passo importante para a estabilidade económica global, uma vez que as tensões comerciais entre estas duas potências têm impactado mercados e economias em todo o mundo. A expectativa é que este acordo possa abrir portas para um diálogo mais construtivo no futuro, embora muitos permaneçam céticos sobre a durabilidade desta trégua.

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Fonte: Sapo

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