Seguro critica tragédias na saúde como novo normal em Portugal

O candidato presidencial António José Seguro manifestou, esta terça-feira, a sua indignação em relação à situação da saúde em Portugal, afirmando que não se pode aceitar que tragédias, como a recente morte de uma grávida e da sua bebé no Hospital de Amadora-Sintra, se tornem parte do “novo normal”. Seguro sublinhou a necessidade urgente de encontrar soluções para os problemas que afetam o sistema de saúde.

“Nós não podemos aceitar que o novo normal sejam estas tragédias que quase todos os dias nos confrontam. É preciso parar de fingir e passar das palavras aos atos”, disse António José Seguro, em declarações a jornalistas após uma visita a uma loja de produtos portugueses em Bruxelas. O candidato, apoiado pelo Partido Socialista, destacou que os cidadãos devem ter acesso a consultas médicas e intervenções cirúrgicas de forma rápida e eficiente, sem a incerteza sobre a disponibilidade das urgências.

A crítica à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, também foi uma constante nas declarações de Catarina Martins, outra candidata presidencial. Catarina acusou a governante de insensibilidade e de apelar a “sentimentos xenófobos” para desviar a atenção do caso trágico da mulher grávida. “A ministra é a cara da insensibilidade e da incapacidade de resposta”, afirmou, sublinhando que a situação da saúde em Portugal não se resume a um único incidente, mas a uma série de problemas que geram insegurança e dor na população.

Catarina Martins, ex-coordenadora do Bloco de Esquerda, defendeu que a ministra não tem condições para continuar no cargo, referindo que a saúde em Portugal já esteve em melhores condições. “Temos de ter a coragem de reinventar o nosso sistema de saúde, garantindo que todos tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade”, frisou.

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A candidata apelou ainda à solidariedade e empatia da sociedade portuguesa, afirmando que fechar os olhos aos problemas não é a solução. “As pessoas percebem que ganham salários pequenos demais para as contas altas do supermercado”, lamentou, enfatizando a necessidade de uma abordagem mais humana e eficaz na gestão da saúde.

A situação da saúde em Portugal continua a ser um tema central nas campanhas eleitorais, com os candidatos a exigirem mudanças significativas para evitar que tragédias como esta se repitam. Leia também: O futuro da saúde em Portugal: desafios e soluções.

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Fonte: ECO

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