Trabalhadores da Lusa exigem detalhes sobre reestruturação

Os trabalhadores da Lusa estão a exigir à administração informações claras sobre as medidas propostas no plano de reestruturação da empresa. Em plenário realizado a 13 de novembro de 2025, os colaboradores manifestaram a necessidade de conhecer os detalhes do plano, especialmente no que diz respeito a eventuais rescisões, que devem ser garantidas como amigáveis e voluntárias.

Os sindicatos que representam os trabalhadores foram mandatados para solicitar reuniões urgentes com a administração da Lusa, com a tutela e com grupos parlamentares. O objetivo é obter esclarecimentos sobre os fundamentos da reestruturação e o investimento previsto na valorização dos trabalhadores, incluindo aumentos salariais. A reivindicação é clara: os colaboradores querem garantias de que as rescisões serão transparentes e iguais para todos.

Além disso, os trabalhadores expressaram a sua oposição a uma possível mudança da sede da Lusa para as instalações da RTP, bem como à partilha de trabalhadores entre as duas entidades. No documento aprovado, os colaboradores exigem a defesa da inclusão do serviço público de agência de notícias na Constituição, reafirmando a importância da Lusa no panorama informativo nacional.

Cerca de 120 trabalhadores participaram no plenário, que decorreu tanto presencialmente como à distância. O presidente do Conselho de Administração (PCA) da Lusa, Joaquim Carreira, já havia mencionado que está em análise um programa de rescisões voluntárias, garantindo que não haverá despedimentos ou ‘lay-off’. “É preciso qualificar, é preciso renovar e, logicamente, poderia haver um plano de saídas voluntárias”, afirmou Carreira.

Este contexto surge após o anúncio, na proposta de Orçamento do Estado para 2026, de um plano de reestruturação para a Lusa no valor de oito milhões de euros. O PCA esclareceu que, após o desconto do IVA, o investimento real será de cerca de seis milhões de euros, destinados a várias áreas da empresa. Este plano inclui a implementação de novos sistemas operacionais e tecnologias, bem como investimentos em áreas onde a Lusa necessita de reforço, como a utilização de inteligência artificial e a formação tecnológica dos colaboradores.

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Os trabalhadores da Lusa continuam a lutar por um futuro mais claro e seguro, e a administração terá de responder às suas exigências para garantir a estabilidade e a valorização da empresa. Leia também: O futuro da Lusa e o impacto da reestruturação no sector da informação.

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Fonte: Sapo

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