Seguro defende governos de projeto nas presidenciais

António José Seguro, candidato às eleições presidenciais, afirmou que Portugal precisa de “governos de projeto e não governos de turno”. Durante uma recente intervenção, Seguro destacou a sua intenção de contribuir para a resolução dos problemas do país, afirmando estar “focado nas soluções”.

Questionado sobre as declarações do primeiro-ministro, que anunciou um aumento dos objetivos salariais, Seguro optou por não comentar a atualidade política, uma postura que tem mantido ao longo da sua campanha. “O que é fundamental é que o país tenha governos de projeto e não governos de turno”, reiterou.

O candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS) sublinhou a necessidade de transitar de uma gestão conjuntural para uma abordagem estratégica, com o objetivo de enfrentar “os problemas sérios” que afetam Portugal. “Precisamos de uma economia mais competitiva, de lidar com o envelhecimento da população e de erradicar a desigualdade salarial entre homens e mulheres”, afirmou. Seguro enfatizou que vem para ajudar a resolver os problemas dos portugueses, sempre focado nas soluções.

Na mesma ocasião, foi questionado sobre o debate que teve com Catarina Martins, candidata do Bloco de Esquerda (BE), onde a sua oponente tentou associar-se a figuras históricas do PS. Seguro não respondeu diretamente, mas fez um apelo a “todos os democratas, progressistas e humanistas” para se unirem à sua candidatura, visando uma mudança significativa em Portugal.

“Há muitos portugueses a enfrentar dificuldades, desde o acesso a cuidados de saúde até à procura de um emprego digno e à habitação. O elevado custo de vida é uma realidade que não podemos ignorar. É por isso que me candidato, para que as coisas não fiquem na mesma, mas sim para ajudar a mudar o nosso país para melhor”, declarou.

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Seguro fez estas afirmações durante a sessão evocativa “Mário Soares – as palavras e as imagens”, em Lisboa, que assinalou o 101.º aniversário do fundador do PS. O candidato elogiou Mário Soares como uma das figuras mais importantes da vida democrática em Portugal, destacando o seu papel na luta pela liberdade e na consolidação da democracia.

O candidato a Belém limitou-se a responder a algumas perguntas e evitou entrar em detalhes sobre outros temas. Além de António José Seguro, outros candidatos também se apresentam nas eleições presidenciais, incluindo António Filipe (PCP), André Ventura (Chega), Catarina Martins (BE), entre outros. Segundo informações do Ministério da Administração Interna, há mais de 31 cidadãos a recolher assinaturas para se candidatarem à Presidência.

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Fonte: Sapo

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