Esperas de até 10 horas na urgência do Amadora-Sintra

O Hospital Amadora-Sintra enfrenta atualmente um grave problema de tempos de espera na sua urgência geral. Os dados mais recentes indicam que os doentes não urgentes estão a esperar, em média, 10 horas para serem atendidos. Para os casos urgentes, a situação não é muito melhor, com tempos de espera que ultrapassam as seis horas. Esta realidade levanta preocupações sobre a eficiência do sistema de saúde e o impacto que estas longas esperas têm na qualidade do atendimento.

Às 09h14, o portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS) reportava que a urgência geral do Amadora-Sintra tinha 33 utentes em espera, dos quais 22 eram classificados como urgentes, enfrentando uma espera média de 6 horas e 22 minutos. Os casos muito urgentes, que deveriam ser atendidos rapidamente, estavam a esperar cerca de duas horas, o que ainda é considerado um tempo excessivo para situações críticas.

Em comparação, outros hospitais da região apresentam tempos de espera significativamente mais curtos. No Hospital Garça de Orta, em Almada, a primeira observação era realizada em pouco mais de uma hora. No Beatriz Ângelo, em Loures, a média para a primeira observação era de três horas, embora os doentes pouco urgentes pudessem esperar até oito horas. Estes dados revelam uma disparidade preocupante entre os diferentes serviços de urgência.

O sistema de triagem do SNS estabelece que os casos muito urgentes devem ser atendidos em até 10 minutos após a triagem, enquanto os urgentes têm um tempo de espera recomendado de 60 minutos. Os doentes classificados como pouco urgentes, por sua vez, devem ser atendidos em até 120 minutos. No entanto, a realidade no Amadora-Sintra está longe de cumprir estas recomendações, o que pode comprometer a saúde e o bem-estar dos utentes.

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Segundo o portal do SNS, o cálculo do tempo médio de espera é feito com base no tempo decorrido desde que o utente entrou na fase de espera, seja para triagem, para a primeira observação ou durante a observação. Esta informação é crucial para compreender a pressão que os serviços de urgência estão a enfrentar e a necessidade de melhorias.

A situação no Amadora-Sintra é um reflexo das dificuldades que o sistema de saúde enfrenta, especialmente em períodos de maior afluência. É imperativo que as autoridades de saúde tomem medidas para reduzir estas esperas e melhorar a experiência dos utentes.

Leia também: A importância da triagem eficaz nas urgências hospitalares.

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Fonte: ECO

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