Marcelo Rebelo de Sousa prescinde de pensão e gabinete

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou que irá prescindir da pensão a que tem direito pelo exercício do cargo. Esta decisão foi revelada durante uma conferência de imprensa na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Além disso, Marcelo remeteu para o seu sucessor a responsabilidade de decidir sobre a criação de um gabinete para o ex-Presidente.

Ao ser questionado sobre a sua intenção de ter um gabinete após deixar o cargo, Marcelo Rebelo de Sousa esclareceu: “Vou prescindir, de facto, da pensão correspondente ao exercício da função presidencial. Portanto, ficarei com a pensão correspondente às funções que exerci antes de ser Presidente da República.” Esta declaração sublinha a sua escolha de não usufruir da pensão presidencial, uma decisão que pode surpreender muitos.

O chefe de Estado também revelou que, logo após a eleição do seu sucessor, irá convidá-lo para um almoço no Palácio de Belém. Este gesto visa facilitar a transição de poderes e assegurar que o novo Presidente esteja bem informado sobre as questões internas e internacionais que terá de enfrentar. “A minha decisão será, sim, no dia seguinte à eleição do meu sucessor, na própria noite, convidá-lo para ir almoçar comigo no dia seguinte a Belém”, afirmou.

Quanto ao futuro gabinete, Marcelo destacou que essa é uma decisão que deve ser tomada pelo futuro Presidente da República. “Quem for eleito decidirá se, sim ou não, entende onde, de que maneira, em que condições, proporcionar um sítio onde, eventualmente, possa o antigo Presidente, como acontece com outros antigos presidentes, receber correspondência e poder estabelecer um relacionamento para o futuro”, explicou.

Esta abordagem reflete uma preocupação com a continuidade e a estabilidade política, ao mesmo tempo que demonstra um compromisso com a transparência na transição de poderes. A decisão de prescindir da pensão presidencial é um gesto simbólico que pode ser interpretado como uma tentativa de simplificar o processo de sucessão e de evitar gastos desnecessários.

Leia também  Crescimento do setor de bens de consumo duradouros abrandará em 2025

Marcelo Rebelo de Sousa, ao prescindir da pensão presidencial, coloca em evidência a sua visão sobre o papel dos ex-presidentes e a importância da decisão que cabe ao seu sucessor. “Mas essa é uma decisão do futuro Presidente da República, não é minha”, reiterou, deixando claro que a responsabilidade pela organização do gabinete do ex-Presidente não deve ser uma preocupação sua neste momento.

Leia também: O impacto da transição política em Portugal.

pensão presidencial pensão presidencial Nota: análise relacionada com pensão presidencial.

Leia também: Governo aprova aumento do salário mínimo para 920 euros em 2026

Fonte: ECO

Não percas as principais notícias e dicas de Poupança

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back To Top