O preço do cabaz alimentar, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana o valor mais elevado desde o início das análises em 2022, fixando-se em 246,89 euros. Este cabaz inclui uma variedade de produtos essenciais, como carne, peixe, frutas, legumes, laticínios e mercearia. Entre os itens destacados estão o peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Por outro lado, o cabaz de Natal, que analisa 16 produtos específicos, apresentou uma ligeira descida de 1,98% em relação à semana anterior, custando agora 53,45 euros. Esta variação nos preços é um reflexo da contínua escalada da inflação que tem afetado o poder de compra dos consumidores.
Desde fevereiro de 2022, a Deco PROteste tem realizado uma análise semanal dos preços de um cabaz composto por 63 produtos alimentares essenciais. Esta monitorização permite observar a evolução dos preços e as suas flutuações ao longo do tempo. Comparando os preços do cabaz alimentar entre 18 de dezembro de 2024 e 17 de dezembro de 2025, verifica-se uma diferença de 12,25 euros, representando um aumento de 5,22%. Já entre 5 de janeiro de 2022 e 17 de dezembro de 2025, a diferença é ainda mais acentuada, com um aumento de 59,19 euros, ou seja, 31,53%.
Este ano, de 1 de janeiro até 17 de dezembro, o cabaz alimentar apresenta uma diferença de 10,72 euros, o que equivale a um aumento de 4,54%. Estas variações nos preços do cabaz alimentar refletem a pressão inflacionária que continua a afetar o mercado e, consequentemente, as famílias portuguesas.
Os consumidores devem estar atentos a estas flutuações, pois o aumento do preço do cabaz alimentar pode impactar significativamente o orçamento familiar. Leia também: O impacto da inflação nos produtos alimentares em Portugal.
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Fonte: Sapo





