Wall Street fecha em alta com Oracle a liderar ganhos

Os principais índices de Wall Street encerraram a sessão em alta, refletindo o otimismo dos investidores, especialmente no setor tecnológico. Um dos grandes impulsionadores deste movimento foi a Oracle, cujas ações dispararam 6,63% após a notícia de que a empresa está à frente de um grupo de investidores que firmaram acordos para a criação de uma joint-venture do TikTok nos Estados Unidos.

A recuperação das ações da Oracle foi um dos principais fatores que animou Wall Street. A empresa chinesa ByteDance, proprietária do TikTok, fechou acordos que podem reconfigurar a operação da popular aplicação no mercado norte-americano, o que gerou grande expectativa entre os investidores.

Além disso, a confiança no setor de inteligência artificial recebeu um novo impulso com a Nvidia, que viu suas ações subirem após informações da Reuters sobre uma revisão das perspetivas de venda dos seus chips H200 na China. Este cenário positivo ajudou a fortalecer a performance de Wall Street, que já tinha enfrentado uma semana instável.

O S&P 500 avançou 0,88%, atingindo 6.834,5 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial subiu 0,38%, chegando a 48.134,89 pontos. Por sua vez, o Nasdaq Composite, que é fortemente influenciado pelas ações de tecnologia, registou um crescimento de 1,31%, alcançando 23.307,62 pontos.

Após uma sequência de perdas, Wall Street recuperou-se nesta sexta-feira, impulsionada por sinais de arrefecimento da inflação e uma diminuição das preocupações relacionadas com a inteligência artificial. Contudo, nem todas as empresas tiveram um desempenho positivo. A Nike, por exemplo, viu suas ações descerem 10% após a divulgação de resultados trimestrais que mostraram vendas mais fracas na China.

No âmbito da saúde, nove empresas farmacêuticas firmaram acordos com a administração Trump para reduzir os preços dos medicamentos para alguns cidadãos americanos, em troca de uma isenção tarifária de três anos sobre os seus produtos.

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Na agenda macroeconómica, foram divulgadas as expectativas de inflação dos EUA para os próximos 12 meses, compiladas pela Universidade de Michigan no seu inquérito sobre a confiança dos consumidores. A confiança do consumidor ficou em 52,9, ligeiramente abaixo das previsões de 53,3, mas acima dos 51 registados em novembro.

Os investidores conseguiram superar uma semana marcada por dados económicos atrasados, mantendo as esperanças de cortes de juros para o próximo ano. Os resultados dos relatórios de emprego e inflação ao consumidor de novembro, embora divulgados com atraso, foram bem recebidos, apesar dos alertas sobre a sua fiabilidade. Um cenário de inflação mais otimista, aliado a um mercado de trabalho em desaceleração, reacendeu as expectativas de que a Reserva Federal continue a implementar medidas de afrouxamento monetário.

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Wall Street Nota: análise relacionada com Wall Street.

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Fonte: Sapo

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