Marques Mendes desvaloriza polémica sobre Conselho de Estado

Luís Marques Mendes, candidato à presidência, desvalorizou a controvérsia em torno da sua participação no Conselho de Estado, afirmando que se trata apenas de “três horas a menos na campanha”. O comentário foi feito durante um almoço com apoiantes no Fundão, no distrito de Castelo Branco.

Marques Mendes referiu que a reunião do Conselho de Estado, marcada para o dia 9 de janeiro, apenas lhe retira um curto espaço de tempo da sua campanha. “Não tenho problema nenhum com isso”, afirmou, sublinhando que a reunião é relevante devido à situação atual na Ucrânia. Para o candidato, a polémica que surgiu em torno do assunto é desproporcionada.

O candidato do PSD explicou que a sua participação no Conselho de Estado não deve ser vista como um obstáculo à sua candidatura. “Quem se poderia queixar sou eu e o André Ventura, pois somos ambos conselheiros. Mas ninguém perde eleições por três horas de diferença”, destacou.

André Ventura, líder do Chega, pediu ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que adiasse a reunião do Conselho de Estado para após uma possível segunda volta das eleições, que poderá ocorrer a 8 de fevereiro. Esta solicitação surge no contexto da discussão sobre a compatibilidade entre ser membro do Conselho de Estado e candidato presidencial.

Henrique Gouveia e Melo, outro candidato, manifestou a sua opinião de que a função de conselheiro de Estado não é compatível com a candidatura à presidência. “Se fosse eu, teria pedido para sair do Conselho de Estado assim que me tivesse candidatado”, afirmou, referindo-se a Marques Mendes.

Atualmente, a Assembleia da República ainda não elegeu os cinco membros que lhe competem indicar para o Conselho de Estado, um processo que já se arrasta por mais de seis meses. De acordo com a Constituição, os conselheiros eleitos mantêm-se em funções até à posse dos seus substitutos.

Leia também  Wall Street aguarda fim do shutdown e mercados reagem

Entre os membros do Conselho de Estado nomeados por Marcelo Rebelo de Sousa, encontram-se figuras como a antiga ministra Leonor Beleza, a escritora Lídia Jorge e o antigo dirigente do CDS António Lobo Xavier. Os titulares dos cargos de presidente da Assembleia da República, primeiro-ministro, presidente do Tribunal Constitucional e provedor de Justiça também fazem parte deste órgão.

Leia também: O impacto das eleições presidenciais na economia nacional.

Leia também: Carvana é a escolha da Wedbush para 2026 em ações de internet

Fonte: Sapo

Simular quanto pode poupar nos seus seguros!

Não percas as principais notícias e dicas de Poupança

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back To Top