Marcelo promulga diploma sobre contribuições das telecomunicações

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou recentemente um diploma do Governo que visa clarificar as contribuições financeiras das empresas de comunicações eletrónicas. Esta medida estabelece os princípios para a determinação do limite máximo da percentagem contributiva, um aspecto crucial para o setor.

Na sua declaração, o Presidente destacou a importância de considerar as recomendações da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) na interpretação e aplicação deste regime legal. Marcelo espera que não surjam questões sobre a compatibilidade deste novo regime com o Decreto-Lei n.º 114/2024, que entrará em vigor em 2025.

Este diploma é significativo, pois define claramente os elementos da contribuição financeira que as empresas que oferecem redes e serviços de comunicações eletrónicas devem cumprir. Além disso, altera a Lei das Comunicações Eletrónicas, adaptando-a às novas realidades do setor.

O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, já havia anunciado, no início de dezembro, a aprovação de diplomas que revisam as regras sobre as contribuições financeiras para a Anacom, tanto no que diz respeito aos serviços postais como aos serviços eletrónicos. Durante uma conferência de imprensa, o governante sublinhou que as novas regras não só alteram a forma de contabilização, mas também o cálculo das contribuições, anteriormente conhecidas como taxas.

António Leitão Amaro explicou que as alterações visam não apenas a classificação da natureza dos serviços, mas também a exclusão de provisões e indemnizações do cálculo das contribuições financeiras. Esta mudança é vista como um passo importante para a transparência e a eficiência no setor das telecomunicações.

As contribuições financeiras das telecomunicações são um tema relevante, especialmente num contexto em que a digitalização e a conectividade se tornam cada vez mais essenciais para a sociedade. Com as novas regras, espera-se que as empresas possam operar de forma mais clara e previsível, beneficiando tanto os consumidores como o próprio mercado.

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Fonte: ECO

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