Os investidores devem estar atentos aos perigos do financiamento circular associado à inteligência artificial (IA). Este fenómeno, que se tem tornado cada vez mais comum, pode levar a armadilhas financeiras que comprometem o retorno sobre o investimento. Max Wasserman, da Miramar Capital, alerta para a necessidade de diversificação e sugere que os investidores considerem alternativas como a Broadcom.
O financiamento circular refere-se a um ciclo vicioso em que as empresas dependem de capital que é gerado a partir de outros investimentos, sem um crescimento real subjacente. Este modelo pode parecer atractivo à primeira vista, mas pode rapidamente transformar-se numa armadilha, especialmente num mercado volátil. A dependência excessiva da IA para impulsionar esses ciclos pode resultar em riscos significativos, uma vez que a tecnologia ainda está em desenvolvimento e pode não ser tão fiável como se espera.
Wasserman prevê que o mercado irá “alargar” em 2026, mas isso não deve ser uma razão para os investidores ignorarem os sinais de alerta. A diversificação é fundamental para mitigar os riscos associados ao financiamento circular. Alternativas como a Broadcom, que apresenta um modelo de negócios sólido e uma posição estável no mercado, podem ser uma escolha mais segura para aqueles que procuram proteger os seus investimentos.
Investir em empresas que não dependem exclusivamente da IA para o seu crescimento pode oferecer uma maior segurança e estabilidade. A Broadcom, por exemplo, tem um histórico comprovado de inovação e crescimento sustentável, o que a torna uma opção atractiva para os investidores que desejam evitar os riscos do financiamento circular.
À medida que o mercado evolui, é crucial que os investidores façam a sua devida diligência e considerem todas as opções disponíveis. O financiamento circular pode parecer uma solução rápida, mas é importante lembrar que a sustentabilidade a longo prazo é o verdadeiro indicador de sucesso no mundo dos investimentos.
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Fonte: Yahoo Finance





