Num cenário de mercado em queda, a escolha de ações de saúde pode ser uma estratégia inteligente para investidores. Este setor tem mostrado resiliência em tempos difíceis, tornando-se uma opção viável para quem procura proteger o seu capital. As ações de saúde são frequentemente menos voláteis, o que as torna atraentes em períodos de incerteza económica.
Uma das empresas a considerar é a Johnson & Johnson, que tem um portfólio diversificado que inclui produtos farmacêuticos, dispositivos médicos e produtos de consumo. A sua sólida posição financeira e a capacidade de gerar receitas estáveis fazem dela uma escolha segura. Além disso, a empresa tem um histórico de dividendos consistentes, o que pode proporcionar um fluxo de rendimento adicional durante períodos de volatilidade.
Outra opção é a Pfizer, que ganhou destaque nos últimos anos devido ao seu papel na luta contra a pandemia. A empresa não só tem um pipeline robusto de medicamentos, mas também continua a investir em investigação e desenvolvimento. As ações da Pfizer têm o potencial de oferecer crescimento a longo prazo, especialmente com a expansão de novos tratamentos e vacinas.
Investir em ações de saúde pode ser uma forma eficaz de mitigar riscos durante um mercado em queda. O setor tende a ser menos afetado por ciclos económicos, uma vez que a procura por cuidados de saúde permanece constante. Portanto, ao considerar a diversificação do seu portfólio, as ações de saúde devem estar na sua lista de opções.
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Em resumo, tanto a Johnson & Johnson como a Pfizer representam oportunidades interessantes para investidores que desejam navegar por um mercado em queda. As ações de saúde, com a sua estabilidade e potencial de crescimento, podem ser a chave para uma estratégia de investimento bem-sucedida.
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Fonte: Fool





