O dia de hoje é marcado por importantes eventos que estão a influenciar a economia e as relações internacionais. A intervenção dos EUA na Venezuela e a detenção do presidente Nicolás Maduro continuam a gerar repercussões nos mercados e na geopolítica. Além disso, a OCDE vai divulgar o seu relatório económico sobre Portugal para 2026, numa sessão que promete atrair a atenção dos analistas. Por fim, os candidatos presidenciais preparam-se para o último debate antes das eleições de 18 de janeiro.
A intervenção dos EUA na Venezuela está a manter os investidores em alerta. O controlo das reservas petrolíferas pelo governo norte-americano fez com que as acções das petrolíferas americanas disparassem. A detenção de Maduro, que se apresentou pela primeira vez perante um juiz, intensifica a atenção da comunidade internacional sobre a situação no país. Donald Trump, por sua vez, continua a adotar um tom ameaçador em relação a vários países da região, o que poderá ter implicações significativas para os mercados.
Hoje, a OCDE vai apresentar o seu relatório económico sobre Portugal para 2026. A cerimónia, que terá lugar no ministério das Finanças, contará com a presença de Luiz de Mello, diretor de estudos da OCDE, e dos Secretários de Estado José Maria Brandão de Brito e Patrícia Gonçalves Costa. Este relatório é uma oportunidade para avaliar as perspectivas económicas do país e as políticas que podem ser implementadas para garantir um crescimento sustentável.
No âmbito das eleições presidenciais, os 11 candidatos têm um encontro marcado para o último debate antes do sufrágio de 18 de janeiro. Este debate, que será transmitido pela RTP, promete ser uma oportunidade para os candidatos apresentarem as suas propostas e confrontarem-se sobre os temas mais relevantes para o país. A duração estimada é de 2h30, o que permitirá uma discussão aprofundada sobre questões cruciais.
Além disso, o Banco de Portugal vai divulgar os dados sobre novas operações de financiamento e depósitos referentes ao mês de novembro. Em outubro, as novas operações de crédito à habitação atingiram um valor recorde, com os bancos a financiar 2.160 milhões de euros para a compra de casa. Os jovens continuam a ser o principal motor deste crescimento, representando mais de 60% dos novos créditos concedidos.
Por último, a Comissão de Economia vai ouvir o ex-secretário de Estado das Finanças e o ex-secretário de Estado do Tesouro sobre a venda da Efacec. Esta venda, realizada em outubro de 2023 ao fundo alemão Mutares, gerou controvérsia, especialmente devido ao processo que envolveu a redução do capital social da empresa a zeros antes de ser aumentado novamente para 300 milhões de euros.
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Fonte: ECO





