Crédito às empresas e garantia pública em destaque nas notícias

As notícias de hoje destacam a situação financeira das empresas portuguesas, que nos últimos meses de 2025 registaram um aumento significativo nos depósitos, superando pela primeira vez o montante de crédito em vigor. Esta mudança histórica, que não se via desde 1979, ocorreu em outubro e foi confirmada em novembro, quando os depósitos atingiram um recorde de 74,66 mil milhões de euros. Este aumento reflete uma melhoria na liquidez das empresas, que, apesar de terem visto uma redução de mais de 30% no crédito desde 2010, conseguiram aumentar os seus depósitos em 65,6% desde 2019.

Em contrapartida, o crédito às empresas continua a uma trajetória descendente, com valores muito abaixo do pico alcançado em 2010. No entanto, comparando com o final de 2019, os empréstimos cresceram 10,3%. Este cenário de crédito às empresas e depósitos em alta é um sinal positivo para a economia nacional, que pode estar a recuperar após os desafios impostos pela pandemia.

Além disso, a escolha do novo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Norte está a gerar tensões entre o PS e o PSD. Apesar de um acordo inicial, autarcas socialistas estão a considerar apoiar o atual presidente, António Cunha, o que pode complicar a situação para o candidato do PSD, Álvaro Santos. Esta disputa revela a complexidade da política local e a importância das relações entre os autarcas e as suas comunidades.

Por outro lado, o BCP está a preparar-se para solicitar ao Governo um aumento da quota de garantia pública para crédito à habitação destinado a jovens. Com a elevada procura por esta medida, o banco já esgotou uma parte significativa da quota atribuída, que se aproxima do limite de 185,4 milhões de euros. A garantia pública foi inicialmente estabelecida com um montante total de 1,55 mil milhões de euros, e qualquer ampliação exigirá uma revisão do envelope financeiro.

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Por fim, o Ministério Público enfrenta dificuldades no caso EDP, com a entrega de provas para a fase de instrução a ser parcial, frustrando as expectativas dos advogados. Este processo, que envolve antigos administradores da EDP, arrasta-se desde 2012 e tem sido marcado por atrasos e complicações legais. A acusação, que aponta para prejuízos significativos para o Estado, continua a ser um tema de grande relevância na atualidade.

Leia também: as implicações da nova política de crédito à habitação.

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Fonte: ECO

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