O candidato presidencial Luís Marques Mendes afirmou que a “saúde está demasiado politizada” e defendeu a necessidade de despolitizar a gestão deste setor. Durante uma visita à Associação Social dos Idosos da Amoreira, em Cascais, o ex-líder do PSD sublinhou que a atual situação resulta numa “guerra política” que não contribui para a resolução dos problemas na saúde.
“Estamos a assistir a um ‘ping-pong’ entre o Governo e a oposição. Com toda a sinceridade, assim não se vai resolver problema nenhum da saúde, pois ninguém apresenta soluções eficazes”, afirmou Marques Mendes. O candidato, apoiado por PSD e CDS-PP, fez estas declarações no sexto dia da sua campanha para as eleições presidenciais agendadas para 18 de janeiro.
Marques Mendes propôs que a escolha dos gestores dos organismos de saúde seja feita através de concursos públicos, uma medida que considera essencial para evitar o que designou de “cartão partidário” na nomeação destes responsáveis. “A saúde está demasiado politizada e é preciso ter a capacidade de unir as partes, Governo e oposição, para encontrar soluções inovadoras”, disse.
Além disso, o candidato defendeu a necessidade de melhores remunerações para os gestores da saúde. “Um gestor na saúde não precisa de ganhar milhões, mas deve ter uma remuneração que reflita a sua responsabilidade. Optar por soluções baratas pode levar os melhores profissionais a escolherem o setor privado”, alertou.
Marques Mendes enfatizou que a despolitização da saúde é fundamental para que o setor funcione de forma eficaz e que a escolha de gestores competentes deve ser uma prioridade. “É hora de ir ao fundo dos problemas e deixar de lado a politiquice”, concluiu.
Leia também: O impacto das eleições na saúde pública em Portugal.
saúde politizada saúde politizada saúde politizada saúde politizada saúde politizada Nota: análise relacionada com saúde politizada.
Leia também: União Europeia aprova acordo comercial com o Mercosul após 25 anos
Fonte: Sapo





