O candidato à presidência, Jorge Pinto, fez um apelo aos eleitores para que exerçam o seu direito de voto de forma livre e consciente. Durante uma arruada no Porto, Pinto reconheceu que muitos eleitores podem sentir-se pressionados a escolher uma candidatura que evite uma segunda volta entre um “candidato antidemocrático” e outro “demasiado próximo do Governo”.
Pinto afirmou que compreende as preocupações dos cidadãos e que respeitará aqueles que optarem por votar “numa candidatura que considerem mais útil para impedir este cenário”. Esta abordagem reflete uma nova forma de fazer política, onde o candidato se compromete a validar as opções de quem vota por receio de um resultado indesejado.
“Se isso levar a que votem em mim, fico muito feliz. Se optarem por outras candidaturas, cá estarei para reconhecer e aceitar essa decisão”, sublinhou Pinto, enfatizando a importância de um voto livre e informado. O candidato apoiado pelo Livre destacou que o seu objetivo não é apenas obter um bom resultado, mas também marcar uma agenda política que defenda a democracia e a Constituição.
Pinto acredita que as incertezas sobre quem passará à segunda volta influenciarão a decisão dos eleitores. Por isso, deixou um apelo para que todos votem de acordo com as suas consciências, sem medo. “O que me moveu nesta candidatura nunca foi ter o melhor resultado possível, mas sim mostrar que é essencial defender a nossa democracia”, afirmou.
A mensagem de Jorge Pinto é clara: o voto livre é fundamental para a saúde da democracia. Ele está disposto a sacrificar a sua própria candidatura em prol do futuro do país, mostrando-se disponível para compreender as escolhas dos eleitores, independentemente do resultado.
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Fonte: ECO





