André Ventura quer unir a direita para vencer o socialismo

Após as projeções que indicam a passagem à segunda volta das eleições presidenciais, André Ventura, líder do partido Chega, afirmou que a confirmação desses resultados é um sinal de que a direita em Portugal “acordou”. Ventura referiu que este momento marca o início de uma nova batalha, a da segunda volta, onde pretende “agregar a direita toda” para enfrentar o socialismo.

À saída de uma missa em Lisboa, o candidato foi questionado sobre a sua posição como líder da direita no país. Ventura destacou a vitória do Chega como uma alternativa viável, em contraste com a derrota da Aliança Democrática (AD), liderada por Marques Mendes. “Hoje, houve uma vitória desta alternativa da direita e uma outra direita que não conseguiu mostrar-se como tal”, sublinhou.

O candidato expressou a sua determinação em unir todos os sectores da direita em Portugal, afirmando que a luta a partir de agora será entre aqueles que defendem o socialismo e os que se opõem a ele. “Vou procurar, com humildade e dedicação, agregar a direita toda em Portugal para conseguir derrotar o socialismo”, afirmou Ventura.

Reconhecendo o bom desempenho de António José Seguro, que ficou em primeiro lugar e é apoiado pelo Partido Socialista, Ventura considerou o resultado como “histórico” e um indicativo de que “o país está a mudar completamente”. Ele enfatizou a importância de unir esforços para evitar que um socialista ocupe a Presidência da República. “Ninguém à direita quer um socialista em Belém”, declarou.

Ventura também destacou que, apesar das dificuldades, a direita não perdeu as eleições, mas sim “ganhou-as claramente”. Ele frisou que os candidatos à direita obtiveram mais votos do que os da esquerda, o que lhe dá esperança de que quem liderar a direita na segunda volta terá uma maior probabilidade de vencer.

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Com a segunda volta marcada para 9 de março, Ventura reafirmou a sua luta para garantir que a direita se una e que o socialismo não prevaleça. “Vou lutar segundo a segundo para que não seja um socialista a liderar a Presidência da República”, concluiu.

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Fonte: ECO

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