EUA planeiam reduzir participação em grupos da NATO

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos, conhecido como Pentágono, está a preparar uma redução significativa da sua participação em vários grupos da NATO. Segundo informações do New York Times, esta decisão, que deverá ser anunciada em breve, representa um novo passo da administração de Donald Trump para diminuir a presença militar norte-americana na Europa.

A medida afetará cerca de 200 militares e implicará a diminuição do envolvimento dos EUA em quase 30 organizações da NATO. Entre estas, encontram-se os Centros de Excelência, que têm como objetivo treinar as forças da aliança em diversas áreas. As fontes citadas pelo jornal, que preferiram permanecer anónimas, indicam que o Pentágono não pretende retirar completamente o seu pessoal, mas sim não substituir os efetivos à medida que os seus contratos terminam. Este processo poderá prolongar-se durante vários anos, embora a participação dos EUA nos centros não se extinga totalmente.

Os grupos que sofrerão cortes incluem aqueles dedicados à segurança energética e à guerra naval. Além disso, o Pentágono também irá reduzir a sua participação em organizações da NATO focadas em operações especiais e inteligência. Contudo, algumas funções poderão ser transferidas para outras áreas dentro da aliança, minimizando assim o impacto da redução.

Esta reavaliação da presença militar norte-americana na NATO tem sido discutida há meses, mas não está diretamente relacionada com as recentes declarações de Trump sobre a Gronelândia. As provocações do presidente geraram críticas de líderes europeus e de legisladores norte-americanos, que temem que estas ações possam prejudicar a aliança, da qual Portugal é membro.

Durante uma conferência de imprensa, Trump afirmou que a sua administração encontraria uma solução que satisfizesse tanto a NATO como Washington em relação à Gronelândia, sublinhando a importância do território para a segurança dos EUA. O New York Times também reportou que o Pentágono não respondeu a pedidos de comentários sobre a situação, enquanto um porta-voz da NATO destacou que ajustes na presença militar não são incomuns.

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Desde o regresso de Trump ao cargo, a presença militar dos EUA na Europa tem vindo a ser reduzida, com o governo a pressionar os aliados a assumirem um maior papel na defesa coletiva. No ano passado, o Pentágono anunciou a retirada de uma brigada da Roménia e cortes nos programas de ajuda à segurança de países bálticos, em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia.

A administração Trump tem promovido um aumento das despesas com a defesa, com a NATO a concordar em aumentar os gastos para 5% do PIB nos próximos dez anos. Esta situação levanta preocupações sobre a capacidade da aliança em manter a sua eficácia face a ameaças externas.

Leia também: O impacto das decisões dos EUA na NATO e na segurança europeia.

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Fonte: ECO

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