A Constructel Visabeira anunciou a aquisição do Aardvarc Group, uma operação que visa impulsionar o crescimento da empresa no setor das infraestruturas energéticas no Reino Unido. Embora os valores da transação não tenham sido revelados, esta compra representa um passo estratégico importante para a subsidiária do grupo Visabeira, que já conta com a participação minoritária da Goldman Sachs Alternatives.
Com esta aquisição, a Constructel Visabeira reforça a sua presença no mercado britânico, onde já opera através da MJ Quinn, uma empresa reconhecida nas áreas de telecomunicações e energia. A integração do Aardvarc Group, que é um nome de referência em serviços de infraestruturas energéticas, promete criar novas oportunidades de colaboração e sinergias operacionais.
Fundado em 2006, o Aardvarc Group tem uma sólida reputação na prestação de serviços de engenharia elétrica de média e alta tensão, incluindo ligações à rede e trabalhos em subestações. A Constructel Visabeira afirma que a nova estrutura acionista permitirá ao Aardvarc beneficiar de investimento direcionado e maior escala, além de acesso a capacidades complementares que aumentarão a cobertura de mercado.
Nuno Marques, CEO da Constructel Visabeira, expressou a sua satisfação com a integração do Aardvarc Group na “família Constructel”. Para Marques, esta aquisição é um marco significativo que reforça o compromisso da empresa com o crescimento e a expansão no Reino Unido. O CEO sublinhou que a história e os valores do Aardvarc estão alinhados com os princípios da Constructel Visabeira, o que facilitará a integração e maximizará as sinergias.
Ian Monk, membro do Conselho de Administração do Aardvarc Group, também comentou a aquisição, destacando que a parceria com a Constructel Visabeira e a MJ Quinn representa um forte alinhamento estratégico. Esta colaboração permitirá ao Aardvarc continuar a investir nas suas competências e a oferecer soluções de engenharia de alta qualidade aos seus clientes.
A entrada do Aardvarc Group na Constructel Visabeira não só fortalece a posição da empresa no Reino Unido, como também abre portas para um futuro promissor no setor das infraestruturas energéticas. Leia também: O impacto das aquisições no mercado de infraestruturas.
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Fonte: Sapo





