Ataques israelitas na Faixa de Gaza provocam 26 mortos

Neste sábado, a Faixa de Gaza foi palco de uma série de ataques israelitas que resultaram na morte de pelo menos 26 pessoas. Entre as vítimas, destacam-se sete membros de uma mesma família em Khan Yunis, no sul do território, e 11 pessoas que estavam numa esquadra de polícia, conforme relataram fontes médicas e da Defesa Civil.

Este dia marca um dos mais sangrentos desde a implementação do cessar-fogo entre Israel e o grupo islamita Hamas, que teve início a 10 de outubro. Os ataques ocorreram em várias áreas, tanto no norte como no sul da Faixa de Gaza. Um dos incidentes mais trágicos envolveu um ataque de drone israelita que atingiu uma tenda familiar em Khan Yunis, resultando na morte de um pai, três filhos e três netos, segundo informações do Hospital Nasser.

Na Cidade de Gaza, um míssil israelita atingiu uma esquadra de polícia no bairro de Sheikh Radwan, matando inicialmente sete pessoas, número que subiu para 11 após a recuperação de mais quatro corpos dos escombros. Entre os mortos, estavam pelo menos três agentes femininas da polícia e quatro reclusos. Os detalhes sobre as quatro mortes adicionais ainda não foram esclarecidos.

Além disso, mais três cidadãos foram mortos em um ataque a uma casa familiar na zona ocidental da Cidade de Gaza, próxima a um complexo escolar da UNRWA, conforme reportou uma fonte local. Durante a madrugada, outros 12 habitantes da Faixa de Gaza, incluindo seis crianças, perderam a vida em ataques israelitas, conforme informaram dois hospitais da região.

Com os recentes ataques, o número total de mortos em Gaza desde a entrada em vigor da trégua ultrapassa as 520 pessoas, incluindo mais de 100 crianças, segundo dados do Ministério da Saúde local. A primeira fase da trégua previa a troca de reféns por prisioneiros palestinianos, a retirada parcial das forças israelitas e a entrada de ajuda humanitária no território. No entanto, a situação continua a ser marcada por acusações de violações do acordo.

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As próximas etapas do processo incluem a formação de um Governo de transição tecnocrático, o desarmamento do Hamas, a criação de uma força militar internacional e a reconstrução da Faixa de Gaza. A guerra na região teve início com os ataques do Hamas a 7 de outubro de 2023, que resultaram em cerca de 1.200 mortos em Israel e 251 reféns. Em resposta, Israel lançou uma operação militar que, segundo autoridades locais, causou mais de 71 mil mortes e uma catástrofe humanitária sem precedentes.

Leia também: A situação humanitária na Faixa de Gaza e as suas implicações.

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Fonte: Sapo

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