Fidelidade apresenta projeto Entrecampos com valorização de 1,3 mil milhões

A Fidelidade Property apresentou oficialmente o projeto Entrecampos, uma iniciativa que promete transformar os terrenos da antiga Feira Popular em Lisboa. A cerimónia decorreu esta quarta-feira num hotel próximo do local, onde se prevê a construção de escritórios, espaços comerciais e habitação. Este projeto, que deverá estar concluído em 2028, tem uma valorização estimada de 1,3 mil milhões de euros.

Miguel Paiva Couceiro, diretor de projetos da Fidelidade Property, afirmou que esta é a previsão para quando o projeto Entrecampos estiver totalmente finalizado. A seguradora adquiriu os terrenos em hasta pública em dezembro de 2018 por 274 milhões de euros, e a construção da nova sede da empresa está prevista para ser concluída no final do primeiro semestre de 2026.

O projeto Entrecampos será composto por várias componentes, incluindo escritórios, retalho e habitação. A área de escritórios ocupará sete edifícios com um total de 140 mil metros quadrados. A zona de retalho terá 20 mil metros quadrados, distribuídos por dois pisos. Por sua vez, a vertente residencial incluirá três edifícios com 249 apartamentos, além de 749 fogos que serão disponibilizados no mercado através do Programa Renda Acessível, gerido pela Câmara Municipal de Lisboa.

As obras do projeto Entrecampos começaram em 2024, com a nova sede da seguradora a ocupar 70% de um dos edifícios. Os restantes 30% já estão ocupados por outras entidades, cujos nomes não foram divulgados por motivos de confidencialidade. As expectativas são altas, com a previsão de que os sete edifícios de escritórios sejam arrendados até à conclusão do projeto, sendo que um deles poderá alcançar esse objetivo já no final do próximo ano.

O projeto Entrecampos é assinado por um conjunto de gabinetes de arquitetura de renome, tanto nacionais como internacionais. Os edifícios de escritórios e retalho são da responsabilidade da KPF e da Saraiva + Associados, enquanto a futura sede da Fidelidade é projetada pela Gensler e pela Promontório. A componente residencial conta com a colaboração de Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto Moura, em parceria com a arquiteta Ana Costa.

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Fonte: Sapo

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