Voto adiado para 15 de fevereiro afeta mais de 53 mil eleitores

Mais de 53 mil cidadãos dos municípios de Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã, assim como de duas freguesias do concelho de Santarém, terão de esperar até 15 de fevereiro para exercer o seu direito de voto nas eleições presidenciais. Esta decisão surge na sequência das condições meteorológicas adversas provocadas pelas tempestades Kristin e Leonardo, que causaram inundações e danos significativos em várias regiões do país.

Na primeira volta das eleições, realizada a 18 de janeiro, cerca de 34 mil pessoas votaram, com António José Seguro a ser o candidato mais votado. A freguesia de São Vicente do Paul, em Santarém, é uma das mais afetadas, onde 765 dos 1.295 eleitores inscritos participaram na primeira ronda. A União de Freguesias da Cidade de Santarém, com 25.315 eleitores, também viu a sua votação adiada, uma vez que 16.104 pessoas votaram anteriormente.

O presidente da Câmara de Santarém, João Leite, anunciou o adiamento devido à situação de calamidade decretada para o concelho, que compromete a segurança e a acessibilidade às assembleias de voto. As cheias resultantes do aumento dos caudais do Rio Tejo obrigaram à evacuação de vários munícipes, dificultando a realização do ato eleitoral.

Em Alcácer do Sal, a autarca Clarisse Campos também decidiu adiar as eleições, afetando 9.796 eleitores. A decisão foi justificada pela impossibilidade de acesso a locais de votação e pelas perturbações nas redes de transporte e serviços essenciais. Na primeira volta, apenas 5.727 eleitores compareceram às urnas, com 2.000 a escolherem António José Seguro.

Arruda dos Vinhos não ficou de fora, com o presidente da Câmara, Carlos Alves, a justificar o adiamento com os eventos meteorológicos e a ativação do Plano Municipal de Emergência. Na primeira volta, Seguro obteve 2.637 votos, enquanto o líder do Chega, André Ventura, ficou em terceiro lugar.

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A Golegã é o único município onde Ventura liderou na primeira volta, com uma margem mínima de seis votos sobre Seguro. O presidente António Costa Camilo, do movimento 2025 por Todos, também decidiu adiar as eleições.

André Ventura, líder do Chega, pediu um adiamento a nível nacional, alegando falta de condições para a realização das eleições. Por outro lado, António José Seguro defendeu as suspensões locais decididas pelas câmaras municipais.

O Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro, data em que os eleitores poderão finalmente exercer o seu direito de voto. Leia também: “Impacto das tempestades nas eleições: o que esperar”.

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Fonte: ECO

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