Desde o início do conflito em Gaza, as autoridades de saúde reportam um total alarmante de 72.027 mortes em consequência dos ataques israelitas. Além disso, 171.651 pessoas ficaram feridas, evidenciando a gravidade da situação no enclave. O Ministério da Saúde de Gaza revelou que, desde a assinatura do cessar-fogo em 10 de outubro, 576 palestinianos perderam a vida e 1.543 ficaram feridos.
A crise humanitária em Gaza é exacerbada pela escassez de medicamentos e materiais médicos. As autoridades de saúde alertaram que as reservas na maioria dos hospitais estão praticamente esgotadas. “Os hospitais que ainda operam tornaram-se meros centros de espera para milhares de doentes e feridos que enfrentam um destino incerto”, afirmaram os responsáveis.
Os dados são preocupantes: 46% dos medicamentos essenciais estão em falta, 66% dos fornecimentos médicos não estão disponíveis e 84% dos materiais de laboratório e bancos de sangue estão a zero. Os serviços de oncologia, hematologia, cirurgia e cuidados intensivos são os mais afetados, com as quantidades limitadas de medicamentos que chegam a ser insuficientes para atender às necessidades reais da população.
A guerra entre Israel e o Hamas teve início a 7 de outubro de 2023, após um ataque do movimento islamita ao território israelita, que resultou em cerca de 1.200 mortos e mais de 250 sequestrados. Em resposta, Israel lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza. Apesar do acordo de cessar-fogo mediado pelos EUA, assinado a 10 de outubro de 2025, os ataques israelitas à região continuam, intensificando a crise humanitária.
A situação em Gaza requer atenção urgente da comunidade internacional. A falta de recursos médicos e a elevada taxa de mortalidade são questões que não podem ser ignoradas. A guerra e suas consequências têm um impacto profundo na vida de milhares de palestinianos, que lutam para sobreviver em meio a um cenário devastador.
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Fonte: Sapo





