Montenegro foca na resposta a calamidades em todo o país

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que o Governo está concentrado na resposta a calamidades em todo o território nacional, especialmente nas áreas mais afetadas pela depressão Kristin. Durante uma visita ao Peso da Régua, uma cidade do distrito de Vila Real em alerta devido a cheias, Montenegro sublinhou que, apesar de haver um programa específico para os municípios mais impactados, a proteção e acompanhamento das restantes regiões também são prioritários.

Além das cheias, o primeiro-ministro mencionou os danos causados por derrocadas, quedas de muros e aluimentos de estradas em concelhos do Douro que não foram incluídos nos apoios extraordinários do Governo. Estes concelhos já solicitaram uma reavaliação da decisão, evidenciando a necessidade de uma resposta a calamidades mais abrangente.

Montenegro, que visitou a região sob chuva intensa, destacou a urgência de uma “resposta imediata” a todas as situações de risco, como as cheias nas bacias do Tejo, Mondego e Sado. O primeiro-ministro enfatizou a importância de avisar as populações sobre os perigos e de tomar medidas preventivas para os dias seguintes, de forma a estar preparado para responder a situações de maior pressão.

O foco do Governo não se limita apenas à reconstrução das áreas mais afetadas pela depressão Kristin, mas também à recuperação de todo o país. De acordo com os dados mais recentes, mais de 1.650 empresas já solicitaram linhas de crédito para tesouraria e reconstrução, num montante que se aproxima dos 400 milhões de euros. Além disso, cerca de 1.200 famílias candidataram-se a ajudas para a reconstrução das suas casas, e aproximadamente 8.000 pessoas interagiram com a plataforma para formalizar essas candidaturas.

Montenegro também mencionou que mais de 1.400 agricultores apresentaram pedidos para recuperar os danos causados pelas recentes tempestades. “O nosso trabalho está direcionado para a recuperação do que já aconteceu, mas também concentrado na emergência das situações que se estão a desenrolar por todo o país, que vão além das cheias e inundações”, afirmou.

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O primeiro-ministro referiu ainda a saturação dos solos e os estragos em infraestruturas públicas e privadas. “Vi casas que ruíram, estradas com fissuras e interrupções”, descreveu, evidenciando a gravidade da situação.

O Governo decidiu prolongar a situação de calamidade até ao dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio que podem chegar a 2,5 mil milhões de euros. Desde a semana passada, treze pessoas perderam a vida em Portugal devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta, que também resultaram em centenas de feridos e desalojados. As consequências materiais do temporal incluem a destruição de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores, encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, além de cortes de energia, água e comunicações.

Leia também: O impacto das recentes tempestades na economia nacional.

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Fonte: Sapo

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