A afluência às urnas na segunda volta das eleições presidenciais, até às 12h00 de hoje, registou um valor de 22,35%, de acordo com os dados divulgados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna. Este número representa um aumento em relação à primeira volta, que ocorreu a 18 de janeiro, onde a afluência foi de 21,18%. Este crescimento de 1,17 pontos percentuais é um sinal positivo para a participação cívica dos eleitores.
Na primeira volta, a taxa de abstenção foi elevada, atingindo os 47,6%. Comparando com as eleições presidenciais de 2021, em que a afluência às urnas às 12h00 se situou em apenas 17,07%, e com 2016, onde o número foi ainda mais baixo, a 15,82%, nota-se uma tendência de aumento na participação dos cidadãos. Este aumento na afluência às urnas pode ser interpretado como um indicativo do interesse dos eleitores em participar ativamente no processo democrático.
Os dados até agora sugerem que a mobilização dos eleitores está a ser mais eficaz nesta segunda volta, o que pode refletir uma maior consciência cívica ou uma maior competitividade entre os candidatos. As eleições presidenciais são um momento crucial para a democracia, e a afluência às urnas é um dos principais indicadores da saúde do sistema eleitoral.
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A expectativa é que, ao longo do dia, a afluência continue a aumentar, à medida que mais eleitores se dirigem às urnas. O acompanhamento dos números de afluência às urnas é fundamental para entender o envolvimento da população nas questões políticas do país.
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Fonte: Sapo





