Mau tempo em Portugal: 1.200 pessoas deslocadas por inundações

Cerca de 1.200 pessoas em várias regiões de Portugal continental foram deslocadas das suas habitações esta segunda-feira, como medida preventiva devido ao mau tempo, que tem causado inundações. A informação foi divulgada pela Proteção Civil, que contabilizou um total de 12.477 ocorrências desde o início de fevereiro.

Durante uma conferência de imprensa realizada na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, o comandante Mário Silvestre atualizou os dados até às 18:00. As pessoas que tiveram de abandonar as suas casas encontram-se principalmente na região Centro, incluindo áreas como Beira Baixa, Coimbra e Leiria. Também foram registados casos nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, com destaque para Almada, Peniche, Tomar, Torres Vedras, Óbidos, Lourinhã e Loures. No Alentejo, Mértola e Vidigueira foram as localidades afetadas, enquanto no Algarve, Vila Real de Santo António foi uma das mais impactadas.

As inundações têm afetado várias zonas do país, com Coimbra, Leiria e a Serra da Estrela a serem algumas das mais atingidas. Na região de Lisboa e Vale do Tejo, o Grande Lisboa, Oeste e Médio Tejo também enfrentam dificuldades. No Alentejo, as áreas de Mértola, Odemira e Ourique estão em alerta, assim como Castro Marim, Lagoa, Portimão e Alcoutim no Algarve.

Atualmente, estão ativados 11 planos distritais de emergência e proteção civil em Portugal, além de 125 planos municipais e 19 declarações de situação de alerta emitidas pelos municípios. O plano especial de cheias para a bacia do Tejo permanece no nível máximo, o nível vermelho.

Desde o início de fevereiro, a Proteção Civil mobilizou 43.617 operacionais e 17.317 meios terrestres e aquáticos para responder às ocorrências. O comandante Mário Silvestre destacou que a queda de árvores continua a ser uma preocupação significativa, com a população a ser aconselhada a evitar zonas arborizadas. O risco de queda de árvores é elevado, assim como o risco de derrocadas devido à forte precipitação, que tem fragilizado os solos em todo o país.

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A situação exige atenção e precaução, uma vez que os movimentos de massa podem causar danos significativos. É fundamental que os cidadãos estejam informados e sigam as orientações das autoridades. Leia também: “Como se preparar para situações de mau tempo em Portugal”.

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Fonte: ECO

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