Marinha Grande enfrenta 20% do território sem eletricidade

A Marinha Grande está a enfrentar uma grave crise de abastecimento elétrico, com cerca de 20% do seu território sem eletricidade. A autarquia expressou a sua preocupação em comunicado, destacando que a recuperação da rede elétrica é uma prioridade. Na última sexta-feira, a Assembleia Municipal aprovou uma nota de repúdio pela demora na reposição da energia.

Atualmente, dos 334 postos de transformação no concelho, 20 continuam sem abastecimento. A E-Redes, responsável pela distribuição de eletricidade, informou que, na zona mais crítica, cerca de 19.000 clientes estavam sem energia às 08:00 de hoje. No total, em todo o território continental, o número de clientes sem eletricidade chega a 31.000.

Os danos causados pela depressão Kristin são significativos, com a Câmara da Marinha Grande a estimar que 95% do tecido empresarial do concelho foi afetado. Além disso, as infraestruturas associativas, desportivas e culturais também sofreram estragos. Até ao momento, foram registados 2.100 pedidos de apoio no balcão criado pelo município.

As escolas do concelho estão a reabrir de forma faseada, após avaliações técnicas e intervenções de segurança. Contudo, dos 30 estabelecimentos de ensino, muitos ainda estão a ser avaliados. No terreno, encontram-se 52 militares do Exército, 60 da Marinha Portuguesa, 10 da Força Aérea, 190 agentes da PSP, 22 da GNR, além das equipas municipais e numerosos voluntários.

A Câmara Municipal já recebeu cerca de 1.000 pedidos de apoio social, que estão a ser acompanhados pelos serviços municipais. As situações de maior fragilidade emocional estão a ser encaminhadas para o Projeto Manicómio, que oferece apoio psicológico especializado.

Infelizmente, as depressões Kristin, Leonardo e Marta resultaram em 16 mortes em Portugal, além de centenas de feridos e desalojados. A última vítima foi um homem de 72 anos que, ao tentar reparar o telhado da casa de um familiar, sofreu um acidente fatal.

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As consequências materiais do mau tempo incluem a destruição de casas, empresas e equipamentos, queda de árvores, fecho de estradas e escolas, além de cortes de eletricidade, água e comunicações. As regiões mais afetadas incluem o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.

O Governo decidiu prolongar a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio que podem chegar a 2,5 mil milhões de euros. A Marinha Grande continua a lutar para restaurar a eletricidade e apoiar a sua população.

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Fonte: Sapo

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