A indústria europeia está a enfrentar um cenário desafiador, caracterizado por custos energéticos elevados e uma pressão regulatória crescente. Paulo Cunha, um especialista na área, defende que a Europa precisa assumir a sua vontade de ter uma indústria forte e garantir emprego industrial. Para isso, é necessário agir em duas frentes principais: a redução dos custos de energia e a simplificação da regulamentação.
No contexto europeu, é vital completar o mercado interno, especialmente no setor energético. Isso inclui o reforço das interconexões entre os países, a diversificação das fontes de energia e a aposta em contratos de longo prazo. Estes contratos são essenciais para proporcionar estabilidade de preços à indústria intensiva em energia, que é uma das mais afetadas pela volatilidade dos custos energéticos.
Além disso, os instrumentos de financiamento disponíveis devem ser direcionados para apoiar investimentos em eficiência energética e descarbonização. Estas medidas não só ajudam a melhorar a competitividade da indústria, como também são fundamentais para a sustentabilidade a longo prazo. A indústria e emprego industrial são, assim, elementos centrais para o futuro económico da Europa.
É crucial que os Estados-membros da União Europeia colaborem para criar um ambiente regulatório que favoreça a indústria. A simplificação das regras pode facilitar a adaptação das empresas às novas exigências do mercado, permitindo-lhes inovar e crescer. A união de esforços entre os países é essencial para garantir que a Europa não apenas mantenha, mas também expanda a sua capacidade industrial.
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Fonte: Sapo





