Na atualidade, o tema dos apoios às empresas ganha destaque, especialmente nas zonas afetadas pelas intempéries recentes. Em entrevista, o CEO do Montepio, Pedro Leitão, sublinhou a necessidade de apoios diretos para ajudar as empresas a recuperar. Segundo Leitão, a carteira de crédito do banco nessas áreas pode ascender a mil milhões de euros, e as moratórias de crédito são essenciais para evitar incumprimentos. “Quando introduzimos uma moratória, estamos a dar um respiro a quem precisa de reestruturar a sua base produtiva”, afirmou. Ele acredita que, sem esses apoios, muitas empresas poderiam enfrentar dificuldades financeiras graves.
Além disso, o grupo hoteleiro Sana, que tinha um contrato para transformar o Quartel da Graça em Lisboa num hotel de cinco estrelas, falhou várias cláusulas do acordo e deixou o edifício em estado de abandono. Desde 2023, o contrato está em incumprimento, e o Governo ainda não se pronunciou sobre possíveis sanções ou a recuperação do imóvel. A degradação do local é visível, com azulejos destruídos e infraestruturas danificadas.
Por outro lado, as autodeclarações de doença, conhecidas como autobaixas, têm vindo a aumentar, especialmente após fins de semana, feriados e tolerâncias de ponto. Dados do Serviço Nacional de Saúde revelam que o dia com mais registos de autobaixas em 2022 foi a 2 de janeiro, com 5.921 declarações. Este fenómeno tem sido recorrente, com picos de registos a seguir a datas festivas e feriados.
Os apoios às empresas e a questão das autobaixas são temas que merecem atenção, pois refletem a realidade económica e social do país. A necessidade de um suporte mais robusto para as empresas é evidente, especialmente em tempos de crise, enquanto o aumento das autobaixas levanta questões sobre a saúde e bem-estar dos trabalhadores.
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Fonte: ECO





