A Impresa anunciou a convocação de uma assembleia-geral extraordinária para o dia 10 de março. Este evento, conforme comunicado enviado ao mercado, tem como objetivo a eleição de um novo presidente e um novo secretário da mesa da assembleia-geral, que irão assumir os cargos até ao final do mandato do quadriénio 2023-2026.
A decisão de convocar esta assembleia-geral surge na sequência da renúncia do atual presidente, Manuel Castelo Branco, e do secretário da mesa, José Guilherme Silva Gomes, que deixaram os seus cargos em virtude de um “novo ciclo” que se avizinha para a empresa. Esta mudança de liderança é um passo importante para a Impresa, que se prepara para enfrentar novos desafios.
O “novo ciclo” mencionado pela empresa está relacionado com a entrada do grupo italiano MFE, que adquiriu uma participação acionista de 32,934% na Impresa. Por outro lado, a Impreger, controlada pela família Balsemão, mantém uma posição de 33,7% na empresa, garantindo assim o controlo com mais de 50% dos direitos de voto. Esta configuração acionista poderá trazer novas dinâmicas à gestão da Impresa.
É importante notar que a confirmação da operação ainda depende da aprovação do regulador dos mercados, a CMVM, que deverá esclarecer se a MFE será obrigada a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Impresa. A expectativa em torno desta decisão é elevada, uma vez que poderá influenciar o futuro da empresa e a sua estratégia no mercado.
A assembleia-geral extraordinária representa, portanto, um momento crucial para a Impresa, onde se decidirá não apenas a nova liderança, mas também o rumo que a empresa tomará nos próximos anos. Os acionistas e o mercado estarão atentos a este evento, que poderá marcar uma nova era para a Impresa.
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assembleia-geral Nota: análise relacionada com assembleia-geral.
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Fonte: ECO





