Eric Webster, gestor de um fundo de investimento, tem uma missão clara: capturar 75% do potencial de valorização das ações, ao mesmo tempo que limita a perda a apenas 50% em mercados mais desafiantes. Este tipo de estratégia, que busca um equilíbrio entre proteção e rendimento, é comum entre investidores que apostam em obrigações convertíveis, um híbrido que combina características de ações e obrigações.
As obrigações convertíveis têm estado fora de moda desde o final de 2021. Segundo Webster, este desinteresse deve-se ao facto de que, em 2022, estas obrigações não conseguiram oferecer a proteção desejada contra quedas do mercado. Além disso, em 2023 e 2024, não conseguiram acompanhar a valorização das ações, o que levou muitos investidores a repensar a sua posição em relação a este tipo de ativos.
Apesar deste cenário, alguns fundos estão a preparar-se para aproveitar a recuperação das obrigações convertíveis. Estes fundos visam beneficiar-se da eventual valorização que pode ocorrer à medida que o mercado se estabiliza. A estratégia de Webster é um exemplo de como os investidores podem utilizar as obrigações convertíveis para equilibrar risco e retorno.
Os investidores interessados em diversificar as suas carteiras devem considerar as obrigações convertíveis como uma opção viável. Com a possibilidade de capturar parte da valorização das ações, enquanto se protege contra perdas significativas, estas obrigações podem ser uma adição valiosa em tempos de incerteza económica.
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Fonte: Yahoo Finance





