A literatura tem o poder de nos transportar para diferentes mundos, mas também pode ser um espaço de pertença e afeto. Este conceito foi explorado na recente edição do Correntes d’Escritas, que teve lugar na Póvoa de Varzim e homenageou o escritor Laborinho Lúcio. O tema central do evento, “A Casa”, convida à reflexão sobre como a literatura pode ser um lar para aqueles que a apreciam.
Laborinho Lúcio, uma figura emblemática da literatura portuguesa, sempre defendeu a importância da comunidade literária. Durante o evento, foi destacado o seu apelo para a criação de um título que represente a união dos participantes ao longo dos anos. A ideia de “A Casa” simboliza não apenas um espaço físico, mas também um sentimento de pertença e cumplicidade entre escritores e leitores.
Os participantes do Correntes d’Escritas partilharam experiências e histórias que demonstram como a literatura pode ser um refúgio. Para muitos, os livros são mais do que simples páginas; são lugares onde se encontram, onde se sentem compreendidos e acolhidos. A literatura e casa tornam-se, assim, interligadas, criando um ambiente propício à troca de ideias e à construção de laços.
Este evento não só celebrou a obra de Laborinho Lúcio, mas também reforçou a importância da literatura como um espaço de inclusão e pertença. Através do tema “A Casa”, os participantes foram convidados a refletir sobre o que significa ter um lugar onde se possa sentir em casa, mesmo que esse lugar seja uma história ou um poema.
A literatura e casa são, portanto, conceitos que se entrelaçam, proporcionando um sentido de comunidade e conexão. O Correntes d’Escritas provou ser um espaço onde a literatura se transforma em casa, acolhendo todos aqueles que dela se aproximam.
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Fonte: Sapo





