Quando uma doença grave surge, os custos com cuidados médicos podem ser avassaladores. Além disso, a perda de rendimentos é uma preocupação comum. Um seguro para doenças graves pode ser uma solução eficaz, oferecendo proteção em situações como cancro, acidente vascular cerebral (AVC) ou enfarte. Este tipo de seguro pode estar integrado em apólices de saúde ou de vida, garantindo assistência médica ou um capital fixo.
No entanto, as regras e características deste tipo de cobertura nem sempre são claras para quem considera a sua contratação. Por isso, vamos responder a 15 dúvidas comuns sobre o seguro para doenças graves.
Se já possui um seguro de saúde, pode adicionar a cobertura de doenças graves à sua apólice existente. Isso permitirá que o seguro comparticipe despesas com consultas, exames e tratamentos. Caso deseje uma proteção financeira adicional, pode optar por um seguro específico para doenças graves.
A avaliação médica é um passo necessário para complementar o seu seguro de saúde com a cobertura de doenças graves. Algumas seguradoras podem solicitar exames ou realizar uma entrevista médica.
Se precisar de acionar a cobertura de doenças graves no estrangeiro, a seguradora pagará as despesas, desde que o tratamento seja feito na sua rede de prestadores.
Quanto aos cuidados paliativos, a inclusão depende do tipo de apólice. Um seguro de saúde com cobertura de doenças graves geralmente cobre essas despesas, enquanto um seguro de vida pode oferecer um capital único após o diagnóstico, que pode ser utilizado livremente.
Ao escolher entre um seguro que cobre despesas médicas ou um que pague um montante em caso de doença, considere as suas necessidades pessoais. Se preferir um capital único, um seguro de vida com essa cobertura pode ser mais adequado.
É possível acumular reembolsos de despesas médicas com o pagamento de capital, desde que tenha ambos os seguros ou um seguro exclusivo para doenças graves.
Após receber o capital, a cobertura pode cessar ou manter-se, dependendo das condições do seguro. Algumas apólices permitem o pagamento de uma percentagem da indemnização para diferentes doenças.
Se não acionar a cobertura de doenças graves, não terá direito ao reembolso dos prémios pagos. O valor pago serve apenas para garantir proteção durante a vigência do contrato.
Normalmente, os seguros não têm período de fidelização, mas é necessário cumprir um prazo de pré-aviso para cancelamento.
A idade limite para subscrever um seguro para doenças graves varia entre seguradoras, geralmente entre os 55 e 66 anos.
O prémio do seguro tende a aumentar com a idade, devido ao maior risco de doenças graves. É aconselhável esclarecer essa questão com a seguradora.
As exclusões de doenças na apólice referem-se apenas a condições já diagnosticadas ao segurado, não a doenças de familiares.
Se optar por um seguro que prevê o pagamento de um capital, pode usar o montante para despesas não médicas.
Crianças também podem ser abrangidas por seguros de doenças graves, desde que os pais optem por essa cobertura.
Por fim, nem todos os tipos de cancro estão cobertos. É fundamental ler atentamente as condições do seguro para entender as exclusões.
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Fonte: Doutor Finanças





