Os 14 municípios do Alentejo Central contabilizam prejuízos superiores a 26 milhões de euros, resultantes das intempéries que afetaram a região no final de janeiro e início de fevereiro. Esta informação foi divulgada pela Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) durante uma reunião do Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo.
O presidente da CIMAC, Carlos Zorrinho, apresentou os dados provisórios sobre os danos nas infraestruturas municipais, que incluem escolas, estradas e centros de saúde. O levantamento dos prejuízos ainda está em curso, e Zorrinho sublinhou que poderão surgir mais informações à medida que as autarquias continuem a reportar os estragos.
Durante a reunião, que contou com a presença dos ministros da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e da Educação, Fernando Alexandre, a CIMAC fez um apelo ao Governo para que sejam disponibilizados mecanismos de apoio adequados. O objetivo é garantir uma resposta eficaz e alinhada com os princípios da coesão territorial, tendo em conta a dimensão dos prejuízos.
Carlos Zorrinho reforçou que as intempéries causaram danos significativos em várias infraestruturas municipais. O presidente da Câmara de Évora destacou que o levantamento dos prejuízos será também apresentado na próxima reunião da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), marcada para quarta-feira.
Além dos danos materiais, as depressões Kristin, Leonardo e Marta resultaram em tragédias humanas, com dezoito pessoas a perderem a vida e muitas outras a ficarem feridas ou desalojadas. As consequências do mau tempo foram severas, incluindo a destruição de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e estruturas, bem como o fecho de estradas e serviços essenciais.
As regiões mais afetadas foram o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e, claro, o Alentejo. A situação exige uma resposta rápida e eficaz por parte das autoridades, de modo a minimizar os impactos e apoiar as comunidades afetadas.
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Fonte: ECO





