Estados Unidos utilizam bases britânicas para operações contra Irão

Os Estados Unidos iniciaram operações defensivas em bases britânicas, com o objetivo de evitar que o Irão dispare mísseis na região, conforme anunciou o Ministério da Defesa britânico na rede social X (ex-Twitter). Esta decisão surge num contexto de crescente tensão no Médio Oriente, onde a segurança de vidas britânicas está em risco.

Recentemente, bombardeiros B-1 da Força Aérea americana aterraram na base aérea da RAF em Fairford, localizada no sudoeste da Inglaterra. A utilização destas bases britânicas, que inclui também Diego Garcia no Oceano Índico, foi autorizada pelo governo de Londres após críticas do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Trump tinha manifestado descontentamento pela recusa britânica em permitir o uso das suas bases para ataques iniciais conjuntos contra o Irão.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, justificou a sua posição, afirmando que não estava disposto a levar o Reino Unido à guerra sem uma base legal sólida e um plano bem estruturado. Uma sondagem recente revelou que 56% dos britânicos apoiam a decisão inicial de Starmer, enquanto 49% acreditam que o Reino Unido deve manter uma posição neutra neste conflito.

Em Fairford, manifestantes reuniram-se em protesto contra a escalada do conflito no Médio Oriente. Em Londres, milhares de pessoas também se juntaram a protestos, expressando que “bombardear iranianos não trará liberdade nem democracia” e considerando a guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel como ilegal.

O Ministério da Defesa do Reino Unido informou que aeronaves Typhoon e F-35 continuam a realizar operações sobre a Jordânia, Catar e Chipre, entre outros locais, para proteger os interesses britânicos e dos seus aliados. Além disso, após um ataque com drone de origem iraniana que atingiu uma base militar britânica no Chipre, o Reino Unido anunciou o envio de caças adicionais para reforçar as suas defesas aéreas na região.

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Desde o início do conflito, os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque militar contra o Irão a 28 de fevereiro, resultando na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. O Conselho de Liderança Iraniano assumiu agora a direção do país. Em resposta, o Irão tem realizado ataques de retaliação contra alvos em Israel e em bases norte-americanas, abrangendo também infraestruturas em países vizinhos como Arábia Saudita e Iraque.

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Fonte: Sapo

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