Candidaturas para reconstrução de casas na Região Centro atrasadas

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC) revelou que a maioria das 18 mil candidaturas para a reconstrução de casas na região ainda não foi aberta devido à falta de mão de obra. Ribau Esteves, que falava após uma reunião em Coimbra com o ministro da Economia e Coesão Territorial, destacou que apenas 200 candidaturas foram processadas até ao momento, um número considerado muito baixo.

Esteves explicou que os técnicos que começaram a trabalhar há duas semanas estão a aumentar a sua capacidade de produção, e a plataforma que gere o processo de candidaturas foi melhorada para acelerar a resolução de omissões. “Quando as candidaturas estiverem finalizadas e validadas, o pagamento será rápido, pois os fundos estão disponíveis”, garantiu.

A situação é particularmente crítica em seis concelhos – Leiria, Pombal, Marinha Grande, Batalha e Sertã – que concentram 80% das candidaturas. O presidente da CCDRC sublinhou a necessidade de uma grande empreitada de mão de obra para aumentar a eficiência do processo. “Todos estão empenhados em que isso aconteça”, afirmou.

Pedro Pimpão, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), também se mostrou otimista, afirmando que os processos de validação estão a entrar em “velocidade de cruzeiro”. Ele acredita que nas próximas semanas um número crescente de pessoas será beneficiado pelos apoios disponíveis. Pimpão apelou à colaboração entre municípios para disponibilizar técnicos que ajudem a agilizar o processo.

O ministro da Economia e Coesão Territorial esteve presente na reunião em Coimbra, onde discutiu os apoios a famílias e empresas afetadas pelas tempestades de janeiro e fevereiro. Desde o final de janeiro, as depressões Kristin, Leonardo e Marta causaram a morte de pelo menos 19 pessoas em Portugal, além de feridos e desalojados. Os temporais provocaram danos significativos, incluindo a destruição de milhares de casas e empresas, cortes de energia e inundações, resultando em prejuízos que ascendem a milhares de milhões de euros. As regiões mais afetadas foram o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.

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Fonte: ECO

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