Moçambique projeta um movimento turístico significativo durante a Páscoa, com a expectativa de receber entre 250 mil e 305 mil visitantes. Destes, cerca de 250 mil serão turistas nacionais, enquanto se prevê a entrada de até 55 mil estrangeiros. O secretário de Estado do Turismo, Fredson Bacar, anunciou que a taxa média de ocupação hoteleira deverá situar-se entre 60% e 75%, com destaque para os principais destinos costeiros, como Inhambane, Maputo e Cabo Delgado.
Bacar explicou que esta previsão representa um crescimento estimado de 12% a 18% em relação a 2025 para o turismo nacional e um aumento de 8% a 12% para o turismo internacional. Apesar dos desafios que o país enfrenta, como as consequências das manifestações pós-eleitorais e desastres naturais, as autoridades acreditam que o turismo em Moçambique está a recuperar progressivamente.
“Esperamos que as receitas turísticas aumentem entre 15% e 20%”, afirmou Bacar. Ele também destacou que, embora tenha havido uma redução na permanência média dos turistas em 2025, a tendência para esta época pascal é que os visitantes fiquem mais tempo. “As informações que temos indicam que as reservas estão a aumentar e que muitos turistas poderão ficar entre quatro a cinco dias”, acrescentou.
O governo moçambicano tem a responsabilidade de estimular e facilitar o turismo, enquanto o setor privado deve aproveitar as oportunidades disponíveis. Bacar revelou que a campanha turística da Páscoa visa mobilizar mais empreendimentos para criar pacotes promocionais acessíveis e atrativos. Além disso, há um foco em aumentar os fluxos turísticos domésticos e regionais, utilizando campanhas digitais para alcançar um público mais amplo.
Com estas expectativas, Moçambique está a preparar-se para uma Páscoa vibrante, onde o turismo em Moçambique poderá mostrar a sua força e potencial. Leia também: O impacto do turismo na economia moçambicana.
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Fonte: Sapo





