Na quinta-feira, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um apelo aos seus apoiantes para que reagissem de forma não violenta à morte de Charlie Kirk, um conhecido aliado conservador, que foi assassinado a tiro numa universidade do Utah. Durante uma declaração na Casa Branca, Trump enfatizou a importância da não-violência, sublinhando que era assim que Charlie Kirk gostaria que as pessoas respondessem.
O chefe de Estado expressou a sua preocupação com a situação nos EUA, referindo-se a um “grupo de lunáticos na esquerda radical” que, segundo ele, está a causar problemas no país. Trump já tinha insinuado que os discursos da esquerda poderiam ter contribuído para a morte de Kirk, a quem chamou de “mártir da verdade e da liberdade”.
Em relação ao caso, Trump revelou que tinha “alguma indicação” sobre os motivos do atirador, que ainda não foi encontrado. O Presidente garantiu que as autoridades estão a fazer “grandes progressos” na investigação e que espera que o suspeito seja detido em breve.
Trump também mencionou uma conversa que teve com a viúva de Kirk, Erika, descrevendo-a como “devastada” pela perda do marido, que deixa dois filhos pequenos. O Presidente planeia comparecer ao funeral de Kirk, que deverá ocorrer no Arizona no próximo fim de semana.
Charlie Kirk era uma figura influente no movimento conservador, conhecido pelo seu podcast e pelo seu papel como porta-voz da juventude pró-Trump. A investigação sobre a sua morte continua, com o FBI a divulgar imagens do alegado homicida e a pedir a ajuda do público para identificar o suspeito.
A morte de Charlie Kirk levanta questões sobre a segurança e a retórica política nos Estados Unidos, e a resposta de Trump reflete a tensão crescente no ambiente político atual. Leia também: “O impacto da retórica política na segurança pública”.
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Fonte: Sapo





