Ministro anuncia 90 novas residências de estudantes até 2026

O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, anunciou que Portugal contará com 90 novas residências de estudantes até 2026. Este aumento representa uma adição significativa de 11 mil camas em todo o país, melhorando não apenas a quantidade, mas também a qualidade das infraestruturas disponíveis para os estudantes. A declaração foi feita durante a inauguração de uma nova residência de estudantes do ISLA Santarém.

No mês de setembro, estão previstas a inauguração de 16 novas residências, enquanto 49 estão a ser reabilitadas, num total de 139 obras em curso. O ministro destacou a importância deste investimento, sublinhando o empenho das empresas e entidades envolvidas na construção das novas residências. “A maioria está a ser concluída com grande empenho, reconhecendo a relevância destas soluções para os estudantes”, afirmou.

Contudo, Fernando Alexandre alertou para os limites da capacidade de construção no atual contexto. “Não vale a pena fazer mais obras neste momento, porque as empresas não têm capacidade e isso só iria inflacionar os preços”, frisou. Assim, o ministro apelou às instituições para que planeiem além do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e desenvolvam estratégias para o período pós-2026.

Além do foco nas novas residências, o ministro também abordou a questão da falta de docentes no sistema educativo. Ele anunciou o regresso de mais de 90 professores que estavam alocados em serviços do Ministério, com o objetivo de colmatar a escassez de professores em várias disciplinas, especialmente em áreas com maiores dificuldades de contratação. “Esses 90 professores vão garantir aulas a milhares de alunos”, disse Alexandre, indicando que o número de docentes poderá aumentar ao longo do ano letivo.

Os professores que regressam ao ensino estavam em mobilidade em diversas direções gerais do Ministério da Educação. A identificação destes docentes foi realizada através da análise das necessidades das escolas, assegurando que nenhum ficará geograficamente afastado do seu local de trabalho. “A prioridade é garantirmos aulas”, concluiu o ministro.

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Fonte: ECO

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