Força Aérea investe 7,7 milhões em drone para patrulhamento marítimo

O Ministério da Defesa Nacional autorizou a Força Aérea a adquirir um sistema aéreo não tripulado, conhecido como drone, destinado ao patrulhamento marítimo. O investimento totaliza 7,79 milhões de euros, financiados através da Lei de Programação Militar. Esta decisão foi formalizada num despacho datado de 12 de novembro, publicado recentemente no Diário da República.

O uso de drones na Força Aérea é considerado essencial para diversas operações, incluindo a segurança e defesa do território nacional, bem como para a proteção ambiental e a segurança marítima. O ministério sublinha que a integração de sistemas aéreos não tripulados da classe 2 é fundamental para garantir a eficácia das missões atribuídas à Força Aérea.

A relevância dos drones no ambiente marítimo tem vindo a aumentar, tornando-se uma ferramenta indispensável para um patrulhamento discreto e contínuo. O Ministério da Defesa destaca que, especialmente desde o início do conflito na Ucrânia, a utilização de drones da classe 2 se tornou crucial para assegurar a operacionalidade da Força Aérea e cumprir as responsabilidades nacionais e internacionais de Portugal.

A aquisição do drone será realizada em duas fases, com encargos orçamentais que não poderão exceder 6.235.772,36 euros em 2025 e 1.560.975,61 euros em 2026. O financiamento será assegurado por verbas já inscritas na Força Aérea, especificamente destinadas às operações aéreas de vigilância, reconhecimento e patrulhamento marítimo.

Esta compra representa um passo significativo na modernização das capacidades da Força Aérea, permitindo uma resposta mais eficaz às exigências de segurança e vigilância no mar. O investimento em tecnologia de ponta, como os drones, reflete a preocupação do governo em manter a soberania e a segurança do espaço marítimo português.

Leia também: A modernização da Força Aérea e o impacto na segurança nacional.

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Fonte: ECO

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