Os líderes do G20, que reúne as principais economias do mundo, conseguiram, este sábado, adotar uma declaração conjunta durante a cimeira anual realizada em Joanesburgo. Este momento ocorreu apesar da ausência dos Estados Unidos, que não participaram nas discussões.
Vincent Magwenya, porta-voz do Presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, que preside o grupo de forma rotativa, anunciou que a declaração foi aprovada por unanimidade por todos os países presentes. Este ato demonstra o forte compromisso dos membros do G20 com o multilateralismo, um princípio fundamental para a colaboração e cooperação entre nações.
Tradicionalmente, a declaração é aprovada no final da cimeira. No entanto, durante as conversações bilaterais na sexta-feira, surgiu a proposta de antecipar a adoção do documento para o início da agenda. Esta decisão reflete a urgência e a importância que os líderes atribuem às questões abordadas na declaração G20.
A declaração, que abrange temas cruciais para a economia global, reforça a necessidade de um trabalho conjunto para enfrentar desafios como as mudanças climáticas, a segurança alimentar e a recuperação económica pós-pandemia. A ausência dos EUA foi notada, mas a unanimidade entre os restantes países presentes sublinha a determinação do G20 em avançar, independentemente das divergências.
Além disso, a cimeira em Joanesburgo destacou a importância da inclusão de vozes diversas nas discussões globais, algo que o G20 tem vindo a promover. A colaboração entre as nações é vista como essencial para garantir um futuro mais sustentável e equitativo.
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Fonte: Sapo





