O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Álvaro Mendonça e Moura, sublinhou, em Lisboa, que o mundo rural não deve ser encarado como uma relíquia do passado. Durante o congresso que celebra os 50 anos da confederação, o líder da CAP enfatizou a importância do progresso no setor agrícola, considerando-o essencial para a sobrevivência da humanidade e para a preservação do ambiente.
Mendonça e Moura destacou que o mundo rural enfrenta desafios significativos que vão além da mera produção de alimentos. Para ele, é crucial que o setor agrícola mantenha uma relação “aberta, fluida e interessada” com a sociedade em geral. Essa interação é vista como uma forma de garantir que o mundo rural se mantenha relevante e adaptado às necessidades contemporâneas.
O presidente da CAP alertou que, para o mundo rural prosperar, é necessário não só produzir mais e melhor, mas também ser competitivo e aproveitar as oportunidades que surgem. A interligação entre o mundo rural e as áreas urbanas é fundamental para o desenvolvimento sustentável e para a valorização dos produtos agrícolas.
Mendonça e Moura frisou que a visão do mundo rural como algo ultrapassado deve ser abandonada. Em vez disso, é necessário reconhecer o seu papel vital na economia e na sociedade. O futuro do mundo rural depende da capacidade de inovar e de se adaptar às novas realidades, incluindo as exigências ambientais e as preferências dos consumidores.
A CAP continua a trabalhar para promover a importância do mundo rural, defendendo políticas que incentivem o desenvolvimento sustentável e a valorização dos produtos locais. O diálogo constante entre o setor agrícola e a sociedade é visto como um passo fundamental para garantir que o mundo rural se mantenha dinâmico e relevante.
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Fonte: Sapo





