O estrategista de investimentos sénior da Bernstein Private Wealth Management, Roosevelt Bowman, antecipa um futuro promissor para as empresas de cartões de crédito e retalhistas, impulsionado pela inteligência artificial (IA). Segundo Bowman, em 2026, estas empresas estarão a explorar novas formas de integrar a IA nas suas operações, o que poderá resultar num aumento significativo dos lucros.
A inteligência artificial tem o potencial de transformar a forma como os retalhistas interagem com os clientes e gerem as suas operações. Com a análise de dados em tempo real, as empresas poderão personalizar ofertas e melhorar a experiência do consumidor. Esta personalização é essencial num mercado cada vez mais competitivo, onde a fidelização do cliente é fundamental.
Além disso, Bowman prevê que a IA também desempenhará um papel crucial na otimização dos processos de crédito. As empresas de cartões de crédito poderão utilizar algoritmos avançados para avaliar o risco de crédito de forma mais eficaz, o que pode levar a uma redução nas taxas de inadimplência e, consequentemente, a um aumento nos lucros. A implementação de soluções baseadas em IA permitirá uma melhor gestão do risco e uma oferta mais ajustada aos consumidores.
Outro ponto destacado por Bowman é a expectativa de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal dos EUA em 2026. Esta medida poderá criar um ambiente ainda mais favorável para o crescimento das empresas que utilizam a inteligência artificial, uma vez que taxas de juro mais baixas geralmente incentivam o consumo e o investimento.
A combinação da inteligência artificial com um cenário económico favorável poderá resultar numa verdadeira revolução para os setores de cartões de crédito e retalho. As empresas que souberem aproveitar estas oportunidades estarão em posição de liderar o mercado e maximizar os seus lucros.
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Fonte: Yahoo Finance





