O Parlamento Europeu confirmou a nomeação de Damian Jaworski como novo diretor executivo da Autoridade Europeia dos Seguros e Pensões Complementares de Reforma (EIOPA), com início de funções marcado para 1 de abril de 2026. Jaworski terá um mandato de cinco anos, sucedendo ao italiano Fausto Parente, que está no cargo desde 2016.
A escolha de Damian Jaworski foi feita pelo Conselho de Supervisores da EIOPA em outubro de 2025 e recebeu agora o aval formal do Parlamento Europeu. Com quase 30 anos de experiência na regulação e supervisão financeira, Jaworski é atualmente responsável pelo Departamento de Cooperação Internacional da Komisja Nadzoru Finansowego (KNF), a autoridade de supervisão financeira da Polónia.
Damian Jaworski sublinha a importância do papel das seguradoras e dos fundos de pensões na economia, afirmando que “numa altura em que as seguradoras e os fundos de pensões desempenham um papel cada vez mais importante no apoio à atividade económica, a missão da EIOPA nunca foi tão relevante”. O novo diretor executivo pretende colaborar estreitamente com a presidente da EIOPA, Petra Hielkema, e com os supervisores nacionais, visando fortalecer a supervisão e a proteção dos consumidores.
A nomeação de Jaworski ocorre num contexto de desafios estruturais significativos para o setor segurador e dos fundos de pensões, que enfrenta questões como a volatilidade económica e geopolítica, além da transição digital. Petra Hielkema expressou a sua satisfação com a escolha de Jaworski, esperando que ele traga novas perspetivas e contribua para a missão de garantir uma regulamentação robusta e uma supervisão eficaz em toda a Europa.
Os próximos passos incluem a formalização da nomeação, que deverá ser acompanhada de perto pelos interessados no setor. A liderança de Damian Jaworski na EIOPA promete trazer mudanças significativas e uma abordagem renovada para os desafios que o setor enfrenta.
Leia também: O impacto da nova liderança na EIOPA e no setor financeiro.
Damian Jaworski Nota: análise relacionada com Damian Jaworski.
Leia também: Lições para investidores: o que 2025 nos ensinou
Fonte: ECO





