Angola e Namíbia mantêm privilégios de vistos com Reino Unido

Angola e Namíbia aceitaram as condições impostas pelo Reino Unido para o repatriamento de cidadãos ilegais, garantindo assim a continuidade dos vistos “expressos”. Este privilégio, no entanto, será retirado à República Democrática do Congo (RDCongo), que poderá enfrentar sanções severas caso não colabore.

O Ministério do Interior britânico anunciou que os cidadãos da RDCongo não terão mais acesso a processos de vistos “expressos”, e os políticos desse país não receberão tratamento especial ao viajarem para o Reino Unido. A decisão surge após o governo britânico ter ameaçado Angola e Namíbia com sanções, levando ambos os países a concordar com as novas regras de deportação.

A secretária do Interior, Shabana Mahmood, expressou a sua satisfação pela cooperação de Angola e Namíbia, afirmando que é fundamental que os países levem de volta os seus cidadãos que não têm direito a permanecer no Reino Unido. “Agradeço a Angola e à Namíbia e congratulo-me com a sua cooperação. Agora é a altura de a República Democrática do Congo fazer o que está certo”, afirmou Mahmood.

O Reino Unido considera que Angola e Namíbia têm dificultado as deportações de “imigrantes ilegais e criminosos estrangeiros”. Com a aceitação das novas condições, espera-se que os processos de vistos para estes dois países sejam acelerados nos próximos meses. Em contraste, a RDCongo poderá enfrentar uma proibição total na emissão de vistos, caso não cumpra com as exigências britânicas.

As alterações no sistema de asilo do Reino Unido, que incluem a temporariedade do estatuto de refugiado e o encerramento do apoio à habitação para requerentes de asilo, foram anunciadas no mês passado. O governo britânico também planeia criar novas “rotas seguras e legais” para a entrada no país, com um limite máximo.

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Mahmood alertou que sanções serão aplicadas a países que não cooperem com as políticas de regresso, incluindo um “travão de emergência” aos vistos para aqueles que apresentem um elevado número de pedidos de asilo. Uma fonte do Ministério do Interior revelou que os novos acordos poderão resultar na expulsão e deportação de milhares de pessoas.

A situação atual destaca a importância da colaboração entre os países na gestão das questões de imigração e asilo. Angola e Namíbia, ao aceitarem as condições do Reino Unido, não só preservam os seus privilégios de vistos, mas também demonstram um compromisso com a cooperação internacional. Leia também: “Como as novas políticas de imigração afetam os cidadãos africanos”.

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Fonte: Sapo

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