O primeiro-ministro, Luís Montenegro, sublinhou que a adesão de Portugal à União Europeia (UE), há 40 anos, foi uma “escolha estratégica” que não só consolidou a democracia, mas também abriu a economia e modernizou o país. Esta afirmação foi feita numa mensagem publicada na rede social X, onde Montenegro destacou que Portugal se tornou “membro pleno” da Comunidade Económica Europeia (CEE) em 1 de janeiro de 1986.
Montenegro afirmou que essa decisão permitiu a Portugal “encontrar um novo sentido para a sua vocação europeia”, permitindo ao país desenvolver-se e convergir no espaço europeu. O primeiro-ministro enfatizou que a adesão à UE “consolidou a nossa democracia, abriu a economia e projetou-nos na Europa e no mundo”. Ele reiterou o compromisso do governo em trabalhar por um “Portugal mais próspero e por uma União mais forte e coesa”.
José Pedro Aguiar-Branco, presidente da Assembleia da República, também celebrou a data nas redes sociais, referindo-se à adesão como “um dia que mudou a nossa História”, simbolizando democracia, desenvolvimento e coesão. Aguiar-Branco partilhou uma imagem de Mário Soares, o então primeiro-ministro, a assinar o tratado de adesão à CEE, e destacou que este foi um momento preparado por muitos, com o parlamento a desempenhar um papel crucial.
O presidente da Assembleia da República sublinhou que a adesão à UE foi um dia em que Portugal se encontrou com a sua identidade europeia e com o seu destino democrático. “Há 40 anos, a adesão de Portugal às Comunidades Europeias. Dia de futuro. Dia de todos nós!”, escreveu Aguiar-Branco.
O tratado de adesão foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares, Rui Machete e outros ministros, e entrou em vigor em 1 de janeiro de 1986, já sob o governo de Aníbal Cavaco Silva, que liderou o país durante uma década. A adesão à UE foi, sem dúvida, um marco na história de Portugal, representando uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento.
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Fonte: ECO





