Rússia envia análises de drones que atacaram residência de Putin

A Rússia anunciou que irá enviar para os Estados Unidos as análises dos destroços dos drones que, segundo Moscovo, atacaram a residência do Presidente Vladimir Putin na região de Novgorod no passado fim de semana. O Ministério da Defesa russo fez este anúncio através da rede social Telegram, afirmando que os materiais serão transferidos aos EUA por canais estabelecidos.

De acordo com o Ministério, foi realizada uma inspeção técnica ao sistema de navegação de um dos drones ucranianos abatidos na noite de 29 de dezembro. Os agentes de inteligência russos conseguiram extrair o arquivo da missão de voo do drone, o que poderá trazer mais informações sobre o ataque a Putin.

A descodificação dos dados revelou que o alvo do ataque ucraniano era uma instalação na residência presidencial russa. Na quarta-feira, o Ministério da Defesa divulgou que, a partir de diferentes pontos de descolagem, um total de 91 drones foram enviados em direção ao alvo, sobrevoando várias regiões, incluindo Briansk, Smolensk, Tver e Nóvgorod.

O Kremlin classificou o ataque como um atentado contra as negociações de paz lideradas pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, indicou que a Rússia poderia endurecer a sua postura nas negociações, embora não tenha especificado como. Trump, que se reuniu com o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e falou com Putin, partilhou um editorial que sugere que Moscovo estaria a inventar o ataque para boicotar o processo de paz.

Entretanto, o Wall Street Journal reportou que a CIA não encontrou indícios de que a Ucrânia tenha atacado a residência de Putin. Desde o início da guerra na Ucrânia, as autoridades ucranianas têm denunciado várias tentativas de assassinato ou sequestro contra Zelensky, incluindo uma nos primeiros dias da invasão russa, quando o exército chegou a Kiev.

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Esta é a primeira vez que a Rússia denuncia um ataque que poderia ter sido dirigido contra o líder russo, que tem reforçado a sua segurança desde o início do conflito. A situação continua a ser tensa, com as repercussões do ataque a Putin a serem monitorizadas de perto por analistas internacionais.

Leia também: A evolução das relações entre EUA e Rússia no contexto da guerra na Ucrânia.

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Fonte: ECO

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